terça-feira, 15 de maio de 2012
why, why, why Can't it be, oh can't it be mine?
Hey...oooh...
Sheets of empty canvas,
Untouched sheets of clay...
Were laid spread out before me
As her body once did.
Oh all five horizons
Revolved around her soul
As the earth to the sun
Now the air I tasted and breathed
Has taken a turn
Oh and all I taught her was everything
Oh I know she gave me all that she wore
And now my bitter handsShake beneath the clouds
Of what was everything?
All the pictures have
All been washed in black,
Tattooed everything
I take a walk outsideI'm surrounded by some kids at playI can feel their laughter so why do I sear?
Oh and twisted thoughts that spin 'round my head
I'm spinning, oh, I'm spinning
How quick the sun can drop away
And now my bitter hands cradle broken glass
Of what was everything?
All the pictures have, all been washed in black, tattooed everything...
All the love gone bad
Turned my world to black
Tattooed all I see, all that I am, all I'll be...yeah...
I know someday you'll have a beautiful life,
I know you'll be a star,
In somebody else's sky,
But why, why, why
Can't it be, oh can't it be mine?
*
domingo, 13 de maio de 2012
quinta-feira, 10 de maio de 2012
«"Em verdade vos digo", disse Jesus, "se não voltardes a ser como as criancinhas, não podereis entrar no Reino do Céu.
...O que é a humildade de uma criança? Não é falta de inteligência, mas sim falta de malícia. Ausência de segundas intenções. É aquele tempo precioso e fugaz, antes de acumularmos orgulho ou posição suficiente para nos preocuparmos com o que as outras pessoas pensam. A mesma honestidade sem inibições que permite a uma criança de três anos chapinhar alegremente numa poça de água da chuva, ou rebolar às gargalhadas na relva como um cachorrinho, ou dizer em voz alta que temos um macaco no nariz, é isso que é necessário para entrar no Céu. É o oposto da ignorância - é uma honestidade intelectual: estar disposto a aceitar a realidade e a chamar as coisas pelos nomes, mesmo quando é difícil.»
in «O céu existe mesmo»
Todd Burpo e Lynn Vincent
O VERDADEIRO AMOR
Uma pessoa quando ama, não precisa de receber nada em troca. O verdadeiro
amor sente-se e dá-se. Não é necessário receber. Mesmo quando o que se
recebe é o contrário do que se deu, o amor não se esvai. O verdadeiro amor,
ama e pronto. Se tiver um retorno satisfatório, óptimo. Mas não depende
disso.
Quem está sempre a exigir, quem precisa que o outro faça isto ou aquilo para
poder amar, esse não ama. Esse tem uma ideia ilusória do que gostaria que o
seu amor fosse. E exige que assim seja. Isso não é amor, é ilusão. E, como
sabes, no jogo da ilusão sais sempre a perder.
Quem precisa que o outro faça isto ou aquilo, diga isto ou aquilo, seja isto ou
aquilo, está a manipular um boneco. E isso não é amor. Isso é controlo. Quem
ama verdadeiramente, sente que o seu amor é incondicional. É um amor puro,
genuíno, sem «senãos» nem «porquês». Ama, simplesmente. Como eu. Como
eu te amo a ti.
Jesus
quarta-feira, 9 de maio de 2012
SER
Ser!.
Como a página que anseia pela palavra
Que fala daquilo que é o Eterno.
E a que Deus escreverá para tua jornada.
Cante.
Como a canção em busca da voz que é Silêncio.
Eo sol que Deus comporá para teu caminho.
E nós dançamos.
A uma voz sussurrante.
Ouvida pela alma;
Assumida pelo coração.
E podes reconhcê-la, se puderes reconhê-la... *
Como a página que anseia pela palavra
Que fala daquilo que é o Eterno.
E a que Deus escreverá para tua jornada.
Cante.
Como a canção em busca da voz que é Silêncio.
Eo sol que Deus comporá para teu caminho.
E nós dançamos.
A uma voz sussurrante.
Ouvida pela alma;
Assumida pelo coração.
E podes reconhcê-la, se puderes reconhê-la... *
terça-feira, 8 de maio de 2012
e é amar assim...
*
segunda-feira, 7 de maio de 2012
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