sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

a Centelha



«Existe uma força interna
Que dá a você a vida
procure-a.
Em seu corpo
Jaz uma gema sem preço
procure-a.

Oh [sufi] andarilho,
se você deseja encontrar
o maior dos tesouros
Não olhe para fora,
Olhe para dentro e encontre-O.

Existe uma força interna
Que dá a você a vida
procure-a.
Em seu corpo
Jaz uma gema sem preço
procure-a.

Oh [sufi] andarilho,
se você deseja encontrar
o maior dos tesouros
Não olhe para fora,
Olhe para dentro e encontre-O.»

Mevlana Jalal ud-Din Rumi

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

O amor vencerá...


«Um lugar melhor vamos construir
Juntos vamos estar unidos a sorrir
E da confusão vamos nós fugir
Que felicidade, agora eu sei
Amar-te é a minha lei

Eu sei, o amor vencerá
Seja onde for,
Eu sei, pois eu vou estar contigo
Feliz ao amanhecer
Vamos nós crescer com todo o meu ser
O amor vencerá

Foi na solidão
Que eu chorei em vão
Mas depois eu vi
A luz na escuridão
No teu belo olhar vejo o amor brilhar

Mergulhamos na felicidade
O mundo na cumplicidade
E amor, o amor vencerá
Seja onde for
Eu sei, unidos para sempre
Que luz ao amanhecer
Vamos nós crescer com todo o meu ser
O amor vencerá
Eu sei, o amor vencerá...»

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terça-feira, 6 de dezembro de 2011

O que está dentro é igual ao que está fora



«O que está dentro é igual ao que está fora.

Esta é uma máxima que deves decorar para o resto da tua vida. Tudo o que tu atrais fora de ti é porque o tens aí dentro bem no fundo do teu peito.

Por isso, pensa: Quanta violência atrais? Violência física ou psicológica? Quantas pessoas discu-tem contigo? Quantas te maltratam? Quantas não te ouvem? Quantas ferem atua sensibilidade? Quantas te impedem de avançar? Quantas não acreditam em ti? Quantas não te respeitam? Quantas te ignoram?
Fica sabendo que tudo o que te fazem reflecte exactamente o que tu fazes a ti próprio. Não lhes queiras mal. Quem te fez isso tudo não é mais do que um espelho do teu interior. És tu que te maltratas, tu que não te ouves. És tu que feres a tua própria sensibilidade. És tu que queres avançar mais do que é possível em boas condições. És tu que não acreditas em ti, e que não te respeitas. Em última análise, és tu que te ignoras.
Olha para ti. Pára de olhar para os outros. Para o que te fazem ou deixam de fazer. Olha para ti próprio e vê o mal que andaste a fazer a ti mesmo. Ao te exigires tanto… ao quereres tanto… ao avançares tão depressa… ao seres tão intolerante contigo. Ao não te perdoares.
Olha para ti próprio e pára um bocadinho. Pára. Sente. Fica. E pode ser que vejas uma luzinha ténue, tímida. A da tua essência. Essa luz está só à espera que olhes para ela, em vez de olhares para os outros. Que a valorizes, em vez de valorizares os outros. E que te ames. E com certeza, assim, podes atrair o verdadeiro amor.»


O LIVRO DA LUZ – Pergunte, O Céu Responde,de Alexandra Solnado


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re(viver)



«É preciso reviver.

É preciso reviver o sonho e a certeza de que tudo vai mudar;

É necessário abrir os olhos e perceber que as coisas boas estão dentro de nós: onde os sentimentos não precisam de motivos nem os desejos de razão.

O importante é aproveitar o momento e aprender sua duração; Pois a vida está nos olhos de quem sabe ver...

Se não houve frutos, valeu a beleza das flores. Se não houve flores, valeu a sombra das folhas. Se não houve folhas, valeu a intenção da semente. »









Henrique de Sousa Filho, mais conhecido como Henfil






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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Fantástico!




































Anne Geddes (Queensland, 1956) é uma fotógrafa australiana, residente na Nova Zelândia.
A sua caminhada profissional começou aos vinte anos quando, autodidata, começou a desenvolver a sua assinatura em um negócio de imediato impacto visual: fotografias de bebês ou crianças pequenas caracterizadas como personagens de contos de fadas.
Os livros da Anne[1] vendaram mais de 18 milhões de cópias em todo o mundo e foram traduzidos em 24 línguas, incluindo o português.


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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

A vibração da tua essência



NÃO TER






«Hoje quero falar de responsabilidade. Mas não quero falar da responsabilidadedo que fazes. Já falámos demasiado sobre isso. Não quero falar daresponsabilidade do que tens. Muito menos da responsabilidade do que és.



Hoje, meu amigo, minha amiga, quero falar da responsabilidade do que não tens.



Pensa no que não tens. No que gostavas de ter hoje. No que gostarias de ter tido toda a tua vida, e não tiveste. Pensa que não tiveste ou não tens por algum motivo.



Toda a matéria, toda a abundância está disponível para vocês aí embaixo. Tudo está à disposição da vossa energia. E se vocês não conseguem as coisas, é pura e simplesmente porque essas coisas não fazem parte da vossa energia. Não são para vocês com a energia que têm hoje.



Agora pensa que se mudares a tua energia, essas coisas pelas quais anseias podem começar a fazer parte do teu sistema energético… Não as coisas que desejas para ser rico, não as que desejas para mostrar aos outros. Pura esimplesmente as que desejas para te sentires feliz a usufruir delas, porque essas coisas, na matéria, te fazem ficar mais próximo da tua essência e consequentemente da tua alma. E nós, cá em cima, nunca negamos um pedido da alma, quando isso é adequado energeticamente.



Resumindo. Tudo o que não tens hoje é da tua inteira responsabilidade. Atraíste esta situação pela força de vibrares de uma determinada maneira. E mudar afrequência energética tem que ver com escolha e compromisso. Agora, cabe-tea ti fazer a tua escolha e estabelecer o teu compromisso.»






O LIVRO DA LUZ – Pergunte, O Céu Responde,



de Alexandra Solnado






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Maria Callas




«Nascida Maria Cecilia Sofia Anna Kalogeropoulou (em grego Μαρία Καικιλία Σοφία Άννα Καλογεροπούλου), Callas era filha de imigrantes gregos e, devido a dificuldades econômicas, teve que regressar à Grécia com sua mãe em 1937. Estudou canto no Conservatório de Atenas, com a soprano coloratura Elvira de Hidalgo.
Existem diferentes versões sobre sua estreia. Alguns situam-na em 1937, como Santuzza em uma montagem estudantil da Cavalleria Rusticana, de Mascagni; outros, à Tosca (Puccini) de 1941, na Ópera de Atenas. De todo modo, seu primeiro papel na Itália teve lugar em 1947, na Arena de Verona, com a ópera La Gioconda, de Ponchielli, sob a direção de Tullio Serafin, que logo se tornaria seu "mentor".
Callas começou a despontar no cenário lírico em 1948, com uma interpretação bastante notável para a protagonista da ópera Norma, de Bellini, em Florença. Todavia, sua carreira só viria a projetar-se em escala mundial no ano seguinte, quando a cantora surpreendeu crítica e público ao alternar, na mesma semana, récitas de I Puritani, de Bellini, e Die Walküre, de Wagner. Ela preparara o papel de Elvira para a primeira ópera em apenas dois dias, a convite de Serafin, para substituir quem realmente faria aquele papel. Para se ter ideia do seu feito, é o mesmo que pedir para Birgit Nilsson, famosa soprano dramático para cantar Violetta em La Traviata, e como Callas não teve tempo para aprender o libretto completo, apenas a música, tanto que o ponto lhe soprou o texto.
A partir dos anos 1950, Callas começou a apresentar-se regularmente nas mais importantes casas de espetáculo dedicadas à ópera, tais como La Scala, Convent Garden e Metropolitan. São os anos áureos, e ao passo de sua fama como cantora internacional, também vai sua fama de tigresa, muitas vezes considerada temperamental pelo seu perfeccionismo. Famosa foi sua rivalidade com Renata Tebaldi e as brigas públicas, através de declarações para jornais, várias vezes lhe renderam a primeira página, assim como seus triunfos operísticos. Era uma figura extremamente pública e contribuiu para reacender o estrelismo do gênero ópera e de seus intérpretes. Alguns críticos inclusive afirmam que até nas gravadoras havia uma divisão, para acirrar as disputas entre Callas e Tebaldi, e para influenciar as comparações entre gravações feitas por Tebaldi ao lado do tenor Del Monaco, e Callas ao lado de Di Stefano. Sua voz começou a apresentar sinais de declínio no final dessa década, e a cantora diminuiu consideravelmente suas participações em montagens de óperas completas, limitando sua carreira a recitais e noites de gala e terminando por abandonar os palcos em 1965. Seu abandono deveu-se em grande parte ao desequilíbrio emocional da cantora, que ao conhecer o magnata grego Aristóteles Onassis, dedica-se integralmente ao seu amado, afirmando ter começado ali sua vida de verdade. Foi quando ela parou de ensaiar, adiou e cancelou apresentações, se tornou figura constante em noites de festa, bebendo inclusive, coisas que contribuíram para o declínio de sua voz e o fim da carreira. Em 1964, encorajada pelo cineasta italiano Franco Zefirelli, volta aos palcos em sua maior criação, Tosca, no Convent Garden, tendo como seu parceiro o amigo de longa data Tito Gobbi. Essa Tosca se encontra disponível em DVD (apenas o segundo ato) e em CD (completa) e entrou para a história do mundo operístico. Sua última apresentação em uma ópera completa foi como Norma e Paris, 1965, e devido à sua saúde vocal debilitada não aguentou ir até o fim, desmaiando ao cair da cortina no fim da terceira parte.
No início dos anos 1970, passou a dedicar-se ao ensino de música na Juilliard School. Em 1974, entretanto, retornou aos palcos para realizar uma série de concertos pela Europa, Estados Unidos e Extremo Oriente ao lado do tenor Giuseppe di Stefano. Sucesso de público, o programa foi todavia massacrado pela crítica especializada. A voz já não era a mesma, mas o que mantinha o público firme nas apresentações era o amor. Sua atuação foi prejudicada, pois uma vez que tinha que fazer muito mais esforço para manter a afinação, a entrega à interpretação não foi tão sutil como no passado.
Cantou em público pela última vez a 11 de Novembro de 1974 no Japão








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