sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

A vibração da tua essência



NÃO TER






«Hoje quero falar de responsabilidade. Mas não quero falar da responsabilidadedo que fazes. Já falámos demasiado sobre isso. Não quero falar daresponsabilidade do que tens. Muito menos da responsabilidade do que és.



Hoje, meu amigo, minha amiga, quero falar da responsabilidade do que não tens.



Pensa no que não tens. No que gostavas de ter hoje. No que gostarias de ter tido toda a tua vida, e não tiveste. Pensa que não tiveste ou não tens por algum motivo.



Toda a matéria, toda a abundância está disponível para vocês aí embaixo. Tudo está à disposição da vossa energia. E se vocês não conseguem as coisas, é pura e simplesmente porque essas coisas não fazem parte da vossa energia. Não são para vocês com a energia que têm hoje.



Agora pensa que se mudares a tua energia, essas coisas pelas quais anseias podem começar a fazer parte do teu sistema energético… Não as coisas que desejas para ser rico, não as que desejas para mostrar aos outros. Pura esimplesmente as que desejas para te sentires feliz a usufruir delas, porque essas coisas, na matéria, te fazem ficar mais próximo da tua essência e consequentemente da tua alma. E nós, cá em cima, nunca negamos um pedido da alma, quando isso é adequado energeticamente.



Resumindo. Tudo o que não tens hoje é da tua inteira responsabilidade. Atraíste esta situação pela força de vibrares de uma determinada maneira. E mudar afrequência energética tem que ver com escolha e compromisso. Agora, cabe-tea ti fazer a tua escolha e estabelecer o teu compromisso.»






O LIVRO DA LUZ – Pergunte, O Céu Responde,



de Alexandra Solnado






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Maria Callas




«Nascida Maria Cecilia Sofia Anna Kalogeropoulou (em grego Μαρία Καικιλία Σοφία Άννα Καλογεροπούλου), Callas era filha de imigrantes gregos e, devido a dificuldades econômicas, teve que regressar à Grécia com sua mãe em 1937. Estudou canto no Conservatório de Atenas, com a soprano coloratura Elvira de Hidalgo.
Existem diferentes versões sobre sua estreia. Alguns situam-na em 1937, como Santuzza em uma montagem estudantil da Cavalleria Rusticana, de Mascagni; outros, à Tosca (Puccini) de 1941, na Ópera de Atenas. De todo modo, seu primeiro papel na Itália teve lugar em 1947, na Arena de Verona, com a ópera La Gioconda, de Ponchielli, sob a direção de Tullio Serafin, que logo se tornaria seu "mentor".
Callas começou a despontar no cenário lírico em 1948, com uma interpretação bastante notável para a protagonista da ópera Norma, de Bellini, em Florença. Todavia, sua carreira só viria a projetar-se em escala mundial no ano seguinte, quando a cantora surpreendeu crítica e público ao alternar, na mesma semana, récitas de I Puritani, de Bellini, e Die Walküre, de Wagner. Ela preparara o papel de Elvira para a primeira ópera em apenas dois dias, a convite de Serafin, para substituir quem realmente faria aquele papel. Para se ter ideia do seu feito, é o mesmo que pedir para Birgit Nilsson, famosa soprano dramático para cantar Violetta em La Traviata, e como Callas não teve tempo para aprender o libretto completo, apenas a música, tanto que o ponto lhe soprou o texto.
A partir dos anos 1950, Callas começou a apresentar-se regularmente nas mais importantes casas de espetáculo dedicadas à ópera, tais como La Scala, Convent Garden e Metropolitan. São os anos áureos, e ao passo de sua fama como cantora internacional, também vai sua fama de tigresa, muitas vezes considerada temperamental pelo seu perfeccionismo. Famosa foi sua rivalidade com Renata Tebaldi e as brigas públicas, através de declarações para jornais, várias vezes lhe renderam a primeira página, assim como seus triunfos operísticos. Era uma figura extremamente pública e contribuiu para reacender o estrelismo do gênero ópera e de seus intérpretes. Alguns críticos inclusive afirmam que até nas gravadoras havia uma divisão, para acirrar as disputas entre Callas e Tebaldi, e para influenciar as comparações entre gravações feitas por Tebaldi ao lado do tenor Del Monaco, e Callas ao lado de Di Stefano. Sua voz começou a apresentar sinais de declínio no final dessa década, e a cantora diminuiu consideravelmente suas participações em montagens de óperas completas, limitando sua carreira a recitais e noites de gala e terminando por abandonar os palcos em 1965. Seu abandono deveu-se em grande parte ao desequilíbrio emocional da cantora, que ao conhecer o magnata grego Aristóteles Onassis, dedica-se integralmente ao seu amado, afirmando ter começado ali sua vida de verdade. Foi quando ela parou de ensaiar, adiou e cancelou apresentações, se tornou figura constante em noites de festa, bebendo inclusive, coisas que contribuíram para o declínio de sua voz e o fim da carreira. Em 1964, encorajada pelo cineasta italiano Franco Zefirelli, volta aos palcos em sua maior criação, Tosca, no Convent Garden, tendo como seu parceiro o amigo de longa data Tito Gobbi. Essa Tosca se encontra disponível em DVD (apenas o segundo ato) e em CD (completa) e entrou para a história do mundo operístico. Sua última apresentação em uma ópera completa foi como Norma e Paris, 1965, e devido à sua saúde vocal debilitada não aguentou ir até o fim, desmaiando ao cair da cortina no fim da terceira parte.
No início dos anos 1970, passou a dedicar-se ao ensino de música na Juilliard School. Em 1974, entretanto, retornou aos palcos para realizar uma série de concertos pela Europa, Estados Unidos e Extremo Oriente ao lado do tenor Giuseppe di Stefano. Sucesso de público, o programa foi todavia massacrado pela crítica especializada. A voz já não era a mesma, mas o que mantinha o público firme nas apresentações era o amor. Sua atuação foi prejudicada, pois uma vez que tinha que fazer muito mais esforço para manter a afinação, a entrega à interpretação não foi tão sutil como no passado.
Cantou em público pela última vez a 11 de Novembro de 1974 no Japão








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segunda-feira, 28 de novembro de 2011

o tango só pode ser dançado a dois


«Tenta descobrir qual o tango que as pessoas dançam. O oprimido já é oprimido
mesmo antes de atrair o opressor.E o opressor já o é antes de atrair o oprimido.
Quando eles se atraem, para quem vê de fora, parece incrível, como aquela
pessoa pode oprimir tanto a outra. Mas não é bem assim. Eles encaixam e
dançam o tango.

E (como vocês dizem) o tango só pode ser dançado a dois. Ninguém consegue
dançar o tango sozinho. É só perceber a lógica de cada um. Em cada duas
pessoas, há sempre áreas que convergem e áreas que divergem. Fará parte do
livre-arbítrio e da memória de ambos escolherem a área boa, a área que tem luz,
para partilharem esta vida.

Mas podem escolher a área densa que os une. E multiplicá-la até à exaustão. A
escolha é de cada um. Se conseguires compreender os pólos de cada um, se
conseguires desvendar o «tango» que cada um dança, depois basta desmontar
essa falácia.

Quando cada um perceber que encaixa na memória kármica do outro, e que
pode escolher sair de lá, pode acontecer, pode mesmo acontecer que consigam
os dois ganhar consciência e sair de lá de mãos dadas.»



O LIVRO DA LUZ – Pergunte, O Céu Responde,
de Alexandra Solnado

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Masaharu Taniguchi


Masaharu Taniguchi (jap. 谷口 雅春 Taniguchi Masaharu - Kobe, 22 de Novembro de 1893 - Nagasaki, 17 de Junho de 1985) foi um líder religioso japonês, fundador da Seicho-No-Ie. [1]

Nascido na cidade de Kobe, no Japão. Recebeu uma educação doméstica rigorosa, pois seu pai adotivo era descendente de samurais. Contra o desejo dos pais, que prefeririam que ele fosse se formasse em medicina ou se tornasse militar, Taniguchi iniciou em 1911 seus estudos na área de literatura inglesa pela Universidade de Waseda em Tóquio. Paralelamente, estudava também filosofia tanto ocidental quanto oriental e tomou contato com obras de autores como Schopenhauer, Nietzsche e Oscar Wilde, que o levou a refletir sobre os problemas da humanidade e soluções para as contradições que ele teria constatado.

Não chegou a terminar a faculdade. Largou o curso superior por achar injusto que enquanto ele estudava e se tornava alguém na vida, a grande maioria da população mundial se consumia em trabalhos desgastantes e sofridos. Por essa época, ele pensava que era impossível viver sem matar, pois mesmo ao se tomar um simples copo d'água se assassina as bactérias que ali viviam. Taniguchi chegou a pensar em se suicidar para não matar outras vidas, mas refletiu que mesmo que fizesse isso estaria acabando com uma vida.

Em 1929, depois de muito estudo e contemplação, ele reportou ter recebido uma revelação divina que o impeliu a apresentar essa nova doutrina à humanidade, compilada no livro chamado "A Verdade da Vida". Dr. Taniguchi (sob inspiração) escrevia sobre como a vida pode ser destinada a ser harmoniosa e alegre em todos os aspectos reconhecendo no interior somente bons sentimentos, pois o mundo que nos cerca é reflexo de nossa mente.

Em 1930, Taniguchi fundou a Seicho-no-ie, ao publicar também a revista homônima, a fim de tentar explicar aos outros as revelações que recebia e, em 1932, são publicados os primeiros exemplares de sua obra "A Verdade da Vida".

Era uma revista apenas de cunho moral, e o próprio autor ficou surpreso quando leitores escreveram-lhe dizendo que estavam lhe ocorrendo milagres pela leitura da revista. Em 1935, o Ministério da Cultura japonês classificou a Seicho-No-Ie como religião. A princípio, isso preocupou Taniguchi, que queria que a Seicho-No-Ie atingisse a pessoas de todas as religiões. No entanto, foi isso que salvou a Seicho-No-Ie durante a Segunda Guerra Mundial, pois a filosofia só sobreviveu em nome da liberdade religiosa.

A partir de 1962, inicia várias viagens internacionais pela Europa e pelas Américas para divulgar seus trabalhos e revelações pessoalmente, tendo visitado os Estados Unidos por três vezes, e também o Canadá, o México e o Brasil por duas vezes, acompanhado de sua esposa Teruko. Na segunda vez que esteve no Brasil, disse que em sua próxima vida pretendia nascer nesse país.

Masaharu Taniguchi faleceu em Nagasaki, aos 92 anos de idade (incompletos), em 1985.


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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Flying Without Wings



Everybody's looking for that something
One thing that makes it all complete
You find it in the strangest places
Places you never knew it could be


Some find it in the face of their children
Some find it in their lover's eyes
Who can deny the joy it brings
When you've found that special thing
You're flying without wings


Some find it sharing every morning
Some in the solitary lives
You'll find it in the words of others
A simple line can make you laugh or cry


You'll find it in the deepest friendship
The kind you cherish all your life
And when you know how much that means
You've found that special thing
You're flying without wings


So, impossible as they may seem
You've got to fight for every dream
Cause who's to know which one you let go
Would have made you complete


Well for Me, It's waking up beside you
To watch the sunrise on your face
To know that I can say I love you
In any given time or place


It's little things that only I know
Those are the things that make you mine
And it's like flying without wings
Cause you're my special thing
I'm flying without wings


And you're the place my life begins
and you'll be where it ends
I'm flying without wings
And that's the joy you bring
I'm flying without wings

http://www.vagalume.com.br/westlife/flying-without-wings-traducao.html#ixzz1efW3wJ2e

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

triste, triste, triste

FICA TRISTE




Quando alguém de quem gostas muito te estiver a fazer mal... Fica triste. Entraem contacto com a tua dor pelas almas que não se conseguem entender. Ficasimplesmente triste. Se estiveres mesmo triste, chora. O choro que vier serábem-vindo.E mostra a tua tristeza. Explica como isso te dói, e como era bomse se resolvesse. Convida essa alma a abrir o seu coração. Sem mágoa. Semjulgamento.
O julgamento é o que normalmente estraga as relações. A pessoa não abre ocoração porque julga o outro. E como julga o outro, pensa que o outro tambémo julga. E fica zangado. E julga mais ainda e o círculo vicioso alimenta-se deuma maneira drástica. Esse é o círculo da dor.
Depois de mostrares o quanto te dói, pede para que essa pessoa abra ocoração, por ti. Que se harmonize, por ti. Que se interiorize, por ti. E vais receberum favor.E vais saber sempre que aquela pessoa fez aquilo por ti. E vaisagradecer.
E vais saber sempre que as pessoas fazem coisas por ti. E vais semprereceber. E vais sempre agradecer. E elas vão sentir, e vão fazer mais ainda,e vais agradecer mais ainda. E este é o círculo da felicidade.
O LIVRO DA LUZ – Pergunte, O Céu Responde,de Alexandra Solnado

domingo, 20 de novembro de 2011