segunda-feira, 31 de outubro de 2011

poque ando numa de rever filmes...



«Sentindo que chegou a hora de mudar de vida a Dra. Kate Forster (Sandra Bullock) deixa o trabalho no surbúbio de Ilinois e parte para um emprego em um agitado hospital em Chicago, mas hesita em deixar para trás a casa que tem alugada - um refúgio espaçoso e de belo design, com janelas que abrem para um tranquilo lago. É simplesmente o lugar em que se sente ela mesma.
É manhã de inverno de 2006.
A caminho da cidade, Kate deixa um bilhete na caixa de correio para o novo habitante da casa, pedindo-lhe que responda e explicando que as estranhas marcas de patas que ele verá na porta da frente já estava lá quando ela se mudou.
Quando o novo inquilino chega, vê algo totalmente diferente. Alex Wyler (Keanu Reeves), arquiteto talentoso, porém frustrado que trabalha em uma construção perto de casa, encontra-a maltratada: empoeirada, suja, coberta de ervas daninhas. E sem qualquer sinal de patas.
A casa tem um significado especial para Alex. Numa época mais feliz, foi construída por seu distante pai (Christopher Plummer), arquiteto renomado que sempre priorizou o trabalho, deixando de lado a família. Alex sente-se em paz ali agora e decide restaurar a beleza original do imóvel. Ele desconsidera o bilhete de Kate até que, dias mais tarde, ao renovar a pintura, ele vê um cachorro pisar na tinta fresca, passando pela entrada da casa deixando marcas exatamente onde Kate tinha dito.
Intrigado, ele escreve para Kate, dizendo que ninguém habitara a casa antes dele e perguntando como ela poderia saber sobre o cão. Kate que partira uma semana antes, acha que ele está brincando com ela e devolve com outra carta. E acabam descobrindo que estão no mesmo dia porém com dois anos de diferença. À medida que se correspondem, revelam mais sobre si mesmos, segredos, dúvidas e sonhos, e assim se apaixonam.
Determinados a superar a distância que os separa e finalmente solucionar o mistério por trás dessa relação extraordinária, desafiam o destino marcado um encontro, mas ele acaba não aparecendo. Desiludida, Kate pede para que Alex não mande mais cartas e assim dois anos se passam. Kate com o namorado Morgan (Dylan Walsh), com quem já havia namorado antes e lhe apresentou a casa e seu cão que na realidade era de Alex antes, vão a uma empresa para que reformem uma casa, e acaba se encontrando com o irmão de Alex (Ebon Moss-Bachrach) e descobre que ele havia morrido dois anos atrás e ela pergunta aonde. E assim descobre que no dia 14 de fevereiro de 2006, quando ela estava em Dailey Plaza conversando com sua mãe, o homem que ela havia tentado ajudar em um acidente de carro era na realidade Alex.
Desesperada, ela vai até a casa do lago e escreve para que ele não apareça no Dailey Plaza para encontra-lá e que espere mais dois anos, pois ela estaria na casa do lago esperando por ele, sem respostas ela cai no choro, mas logo ouve um motor de carro se aproximando e era Alex.


The Lake House (br: A Casa do Lago / pt: A Casa da Lagoa) é um filme americano de 2006, do gênero drama e romance, dirigido por Alejandro Agresti e com roteiro baseado no roteiro do filme Siworae de 2000, escrito por Ji-na Yeo e Eun-Jeong Kim



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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Sobe... e vais saber que tens de subir...


Sobe, sobe, sobe. Vem ter comigo. Sobe pelos portais. Cada um há-de se abrir para que possas cruzá-los em depuração absoluta da tua energia. E a cada portal que passares, mais subtil ficará a tua energia, e mais capacidade terás para me sentires quando chegares cá acima.

Medita. Sobe. Deixa as tristezas aí em baixo. Deixa aí todas as preocupações, todas as leviandades, todo o orgulho, resistência e ego. Deixa aí em baixo tudo o que te limita como ser humano, tudo o que atrofia a justeza e dignidade da tua alma. Deixa isso tudo aí em baixo e vem.

E quando chegares cá acima, terei uma festa à tua espera em homenagem à tua convicção pura em subir, e para que te esqueças dos anos todos que passaste aí em baixo sem conhecer o significado da palavra amor.

E depois desta subida, quando voltares para a tua vida, estarás tão diferente, tão transformado, que irás emanar uma nova energia pacificada. E essa energia vai mudar o teu mundo. E tudo vai ficar diferente. E vais compreender a necessidade de subir. E vais conhecer o meu toque transformador. Vais senti-lo. E nunca mais vais olhar para a tua vida e acreditar que não há nada a fazer.

Vais saber que tens de subir. Que tens de vir cá acima sempre que for possível.Porque fazes parte de um grupo de pessoas que foi escolhido para transformar o mundo. Transformá-lo através da sua própria transformação. E eu conto contigo para essa tarefa. E sei que estás preparado para ela.

O LIVRO DA LUZ – Pergunte, O Céu Responde,
de Alexandra Solnado

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«UM BEIJO CURA TUDO

UN BAISER PEUT TOUT SOIGNER

UN BESO O CURA TODO

UN PETÓ HO CURA TOT

A KISS CURES EVERYTHING

KUSSEN HEILT ALLES

UN BACIO GUARISCE TUTTO»

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Auroville












Auroville (City of Dawn) is an "experimental" township in Viluppuram district in the state of Tamil Nadu, India, near Puducherry in South India. It was founded in 1968 by Mirra Alfassa (called "The Mother" within Auroville) and designed by architect Roger Anger.[1][2][3] As stated in Alfassa's first public message about the township, "Auroville is meant to be a universal town where men and women of all countries are able to live in peace and progressive harmony, above all creeds, all politics and all nationalities. The purpose of Auroville is to realize human unity."









http://www.auroville.org/

terça-feira, 25 de outubro de 2011

AVENTURA-TE


Eu falo contigo. Mesmo que tu não ouças, mesmo que não compreendas a minha voz, eu falo contigo. Falo através das flores, das frutas, da natureza. Falo através do que tu sentes sempre que te deres oportunidade de contemplar. E sempre que falo, digo-te o que fazer. O que é melhor para ti, a nível evolutivo e experimental. A nível de luz.

Mas nem sempre me ouves. Nem sempre olhas as flores, nem sempre contemplas. Nem sempre paras para me ouvir. Quando falo, dou-te conselhos, direcções. Mostro-te para onde vai a tua vida, e para onde devia ir, por onde és mais feliz e por onde mora a desgraça. A escolha é sempre tua. Só mostro caminhos. Não os escolho. E para quem não ouve, sobra a perda. Quem não me ouve não pode corrigir nada, apenas sofrer a perda e tentar aprender com ela.

A perda, seja ela qual for, serve para que compreendas que o caminho não estava certo. Mas qual é o verdadeiro caminho? Depois da perda, há a compreensão de que é necessária a mudança. Mas mudar para onde? Mudar para quê? É essa a resposta que deves empenhar-te em descobrir. Tens uma vantagem sobre todos os que não olham para os sinais. Sabes que é preciso mudar. Os outros ainda não sabem disso.

Resumindo: só te falta saber «onde» mudar. E para teres essa resposta, olha para o teu coração, olha para os teus mais íntimos planos. Aquilo que «sabes» que tens de fazer, embora ainda te falte a coragem; aquilo que achas ilógico, precipitado e imaturo. Quanto mais rótulos depreciativos o teu ego tiver colocado no teu sonho, mais forte ele será, e mais urgente também.

Aproveita a perda. Se o que achavas que era bom e seguro já não o é, se o que achavas que era certo já não o é, se o que consideravas «normal» não deu certo, então aventura-te. A perda já tens. O não já tens. Agora aposta no teu mais improvável sonho. Aproveita a perda para ires à procura da tua felicidade.

O LIVRO DA LUZ – Pergunte, O Céu Responde,
de Alexandra Solnado

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domingo, 23 de outubro de 2011

exercício físico


1. Faça um “jogging” em casa

Vá para a sua sala de estar ou para a cozinha coloque a música nas alturas e faça o movimento de corrida… ficando no mesmo sítio. Este não é um exercício recomendado para ganhar resistência, é apenas uma alternativa ao jogging tradicional quando lá fora está a chover muito ou estão condições adversas à corrida.

2. Faça um step caseiro

Vá para a frente de um degrau em sua casa ou construa o seu próprio degrau (pode ser com madeira, por exemplo). Coloque música com muito barulho e crie os seus próprios ritmos! Não precisa de se cansar muito, precisa é de fazer a sua manutenção diária. Seja durante 10, 20, 30 ou mesmo 120 minutos.

3. Desça e suba muitas escadas

Se não tem escadas em casa, pode esquecer esta solução. No entanto, se as tiver, desça e suba os seus degraus várias vezes durante o dia. Mas não o faça apenas uma vez. Faça, por exemplo, cinco repetições de subidas e descidas de cada vez.

4. Invente os seus próprios pesos

Comece com latas de salsichas, frascos de grão de bico e vá evoluindo até ao leite, e até aos garrafões de leite. Se possuir mais liberdade económica pode mesmo comprar um pack de pesos (cerca de 19,90€) com pesos variados, de forma a fazer alguma musculação “soft”.

5. Flexões e abdominais

Não precisa de ir a um ginásio para fazer flexões e abdominais. Como alternativa, coloque um tapete fino por baixo das suas costas e faça as abdominais. As flexões não precisam de ser ao estilo de “Rocky”, basta, por exemplo, apoiar os joelhos no chão. As flexões tornam-se mais fáceis mas no entanto, igualmente eficazes.


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