sábado, 13 de agosto de 2011

Almas gémeas - Paulo Coelho


http://www.youtube.com/watch?v=BKehGVw24i0&feature=share

...«En la noite de los tiempos
cuando el alma fue separada
una de las partes quedó
encargada de lo Conecimiento...
y la "otra parte"
quedó cargada de la Transformacion.
(...)
buscar su "otra parte"
(...)
somos responsables por reonir con la outra parte pelo menos una vez
en cada encarnaciòn...»
(...)

in «Brida»

*


sexta-feira, 12 de agosto de 2011


A perfeição não existe


A perfeição não existe. E, como não é um objectivo, não pode ser uma meta. Tu
só podes querer chegar a um lugar que seja acolhedor, confortável e leve. Não é
suposto o ser humano querer ir para um local desarmonioso e desarmonizado.
Pois a perfeição é isso. É um estado de exigência, de stresse, de angústia e de-
pressão.

É um local em que o ser humano deposita demasiadas expectativas, mas é ao
mesmo tempo um lugar desconhecido, pois visto não existir, nunca ninguém lá
esteve. A não ser por breves instantes. O problema é que os homens não levam
isso em consideração. Querem ser perfeitos. Lutam para ser perfeitos, julgam
tudo o que é imperfeito retirando todo o seu valor.

O homem só não percebe que: O céu é perfeito. O Universo é perfeito. O céu
alberga seres de luz. O mundo alberga homens, seres imperfeitos em busca do
caminho da evolução. E como vão evoluir? Entrando em contacto com a im-
perfeição do mundo, para, e por conflito com essa mesma imperfeição, conse-
guirem evoluir, conseguirem avançar.

Agora imagina que o ser fosse perfeito. Não existiria conflito, e pelo facto de
ser pelo conflito que se evolui, não haveria evolução. Era tudo perfeito, e a
experiência da terra nunca teria existido. E agora? O que é preciso fazer?

É preciso fazer as pazes com a sua própria imperfeição. Aceitar que não somos
perfeitos, e nem temos de ser. Devemos, isso sim, fazer o melhor que sabe-
mos, da maneira mais responsável. Só. E só por isso, eu, daqui de cima, já
fico muito feliz.

O LIVRO DA LUZ – Pergunte, O Céu Responde,
de Alexandra Solnado


*

Om Mani Padme Hum

Probablemente este es el mantra más famoso del budismo. Mantra cantado por monjes budistas: Om Mani Padme Hum. Cierra los ojos y disfrútalo, permite que tu energía se incremente, permite que tus emociones y mente se armonicen.


Escrito por Miguel Ángel Darshan


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segunda-feira, 8 de agosto de 2011

domingo, 7 de agosto de 2011

«não tenho... a vergonha De o escrever»...nem de dizer

Se Te Amo

Quinta do Bill

Composição: Quinta do Bill

Nada em terra e céu, nos pode ensinar
O que vai na alma, de alguém que recusa
Deitar sobre o chão
Eu não

Oh, se te amo
Se não tenho
Oh, a vergonha
De o dizer

E nunca esse acaso ou lei, eu entendi
O homem que em vão se agita
Tão perto do mundo, tão longe de Deus
Eu não

Oh, se te amo
Se não tenho
Oh, a vergonha
De o escrever

AMOR ÚNICO


«Aos que não casaram,
aos que vão casar,
aos que acabaram de casar,
aos que pensam em se separar,
aos que acabaram de se separar.
aos que pensam em voltar...

Não existem vários tipos de amor, assim como não existem três tipos de saudades, quatro de ódio, seis espécies de inveja. O AMOR É ÚNICO, como qualquer sentimento, seja ele destinado a familiares, ao cônjuge ou a Deus.

A diferença é que, como entre marido e mulher não há laços de sangue, a SEDUÇÃO tem que ser ininterrupta...

Por não haver nenhuma garantia de durabilidade, qualquer alteração no tom de voz nos fragiliza, e de cobrança em cobrança, acabamos por sepultar uma relação que poderia SER ETERNA

Casaram. Te amo pra lá, te amo pra cá. Lindo, mas insustentável. O sucesso de um casamento exige mais do que declarações românticas.

Entre duas pessoas que resolvem dividir o mesmo teto, tem que haver muito mais do que amor, e às vezes, nem necessita de um amor tão intenso. É preciso que haja, antes de mais nada, RESPEITO.

Agressões zero.

Disposição para ouvir argumentos alheios.

Alguma paciência...

Amor só, não basta. Não pode haver competição. Nem comparações. Tem que ter jogo de cintura, para acatar regras que não foram previamente combinadas. Tem que haver BOM HUMOR para enfrentar imprevistos, acessos de carência, infantilidades.

Tem que saber levar.

Amar só é pouco.

Tem que haver inteligência. Um cérebro programado para enfrentar tensões pré-menstruais, rejeições, demissões inesperadas, contas para pagar. Tem que ter disciplina para educar filhos, dar exemplo, não gritar. Tem que ter um bom psiquiatra.

Não adianta, apenas, amar.

Entre casais que se unem, visando à longevidade do matrimônio, tem que haver um pouco de silêncio, amigos de infância, vida própria, um tempo pra cada um.

Tem que haver confiança. Certa camaradagem, às vezes fingir que não viu, fazer de conta que não escutou. É preciso entender que união não significa, necessariamente, fusão.

E que amar "solamente", não basta.

Entre homens e mulheres que acham que O AMOR É SÓ POESIA, tem que haver discernimento, pé no chão, racionalidade. Tem que saber que o amor pode ser bom, pode durar para sempre, mas que sozinho não dá conta do recado.

O amor é grande, mas não são dois.

Tem que saber se aquele amor faz bem ou não, se não fizer bem, não é amor. É preciso convocar uma turma de sentimentos para amparar esse amor que carrega o ônus da onipotência. O amor até pode nos bastar, mas ele próprio não se basta.


Um bom Amor aos que já têm!

Um bom encontro aos que procuram!

E felicidades a todos nós!»

Artur da Távola