segunda-feira, 2 de maio de 2011

Como é linda a nossa «Casa»!...Planeta Terra XIII

Maiorca

Maiorca (em catalão e castelhano Mallorca) é a maior ilha do arquipélago das Ilhas Baleares localizado a leste da Espanha e sua maior cidade e capital é Palma de Maiorca.

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BALEARES

domingo, 1 de maio de 2011

Atlântida


Atlântida ou Atlantis (em grego, Ἀτλαντίς - "filha de Atlas") é uma lendária ilha ou continente cuja primeira menção conhecida remonta a Platão em suas obras "Timeu ou a Natureza" e "Crítias ou a Atlântida".

Nos contos de Platão, Atlântida era uma potência naval localizada "na frente das Colunas de Hércules", que conquistou muitas partes da Europa Ocidental e África 9.000 anos antes da era de Solon, ou seja, aproximadamente 9600 a.C.. Após uma tentativa fracassada de invadir Atenas, Atlântida afundou no oceano "em um único dia e noite de infortúnio".

Estudiosos disputam se e como a história ou conto de Platão foi inspirada por antigas tradições. Alguns pesquisadores argumentam que Platão criou a história mediante memórias de eventos antigos como a erupção de Thera ou a guerra de Tróia, enquanto outros insistem que ele teve inspiração em acontecimentos contemporâneos, como a destruição de Helique em 373 a.C.[1] ou a fracassada invasão ateniense da Sicília em 415–413 a.C..

A possível existência de Atlântida foi discutida ativamente por toda a antiguidade clássica, mas é normalmente rejeitada e ocasionalmente parodiada por autores atuais. Como Alan Cameron afirma: "é só nos tempos modernos que as pessoas começaram a levar a sério a história de Atlântida, ninguém o fez na Antiguidade".[2] Embora pouco conhecida durante a Idade Média, a história da Atlântida foi redescoberta pelos Humanistas no período da Idade Moderna. A descrição de Platão inspirou trabalhos utópicos de vários escritores da Renascença, como Francis Bacon em "Nova Atlântida". Atlântida ainda inspira a literatura, da ficção científica a gibis, até filmes, seu nome tornou-se uma referência para toda e qualquer suposição sobre avançadas civilizações pré-históricas perdidas.


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Lemúria



Lemúria é o nome de um suposto continente perdido, localizado no Oceano Índico ou no Oceano Pacífico. A idéia teve origem no século XIX, pela teoria geológica do Catastrofismo, mas desde então tem vindo a ser adotada por escritores do Oculto, assim como pelo povo Tâmil, da Índia. Relatos sobre a Lemúria diferem quanto à maioria dos pormenores. No entanto, todos partilham a crença comum de que o continente existiu na pré-história mas afundou no oceano devido a alterações geológicas. A maioria dos cientistas considera hoje continentes submergidos uma impossibilidade física, dado a teoria da Isostasia. No entanto a variação do nível médio dos mares ao longo das sucessivas idades do gelo tem inundado e exposto porções de terreno mais ou menos extensos. Estas variações das áreas expostas/inundadas poderão eventualmente ter perdurado na memória colectiva dos povos pela sabedoria acumulada ao longo de várias gerações.

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nasce em qualquer lugar


Às vezes é no meio do silêncio
Que descubro o amor em teu olhar
É uma pedra
Ou um grito
Que nasce em qualquer lugar
...
Às vezes é no meio de tanta gente
Que descubro afinal aquilo que sou
Sou um grito
Ou sou uma pedra
De um lugar onde não estou

Às vezes sou também
O tempo que tarda em passar
E aquilo em que ninguém quer acreditar

Às vezes sou também
Um sim alegre
Ou um triste não
E troco a minha vida por um dia de ilusão
E troco a minha vida por um dia de ilusão

Às vezes é no meio do silêncio
Que descubro as palavras por dizer
É uma pedra
Ou um grito
De um amor por acontecer

Às vezes é no meio de tanta gente
Que descubro afinal p'ra onde vou
E esta pedra
E este grito
São a história d'aquilo que sou



Maria Guinot

sexta-feira, 29 de abril de 2011

a tua alma já tocou na minha?


Como é que tu estás na espiritualidade? Tu vens cá acima buscar alguma coisa? Vens cá acima para poderes receber alguma coisa? Alguma bênção? Vens agradecer alguma coisa que já recebeste? Ou vens Ser? Exercer quem és numa nova dimensão?

Se vens buscar alguma coisa, desiste. Não é aqui que encontras o que queres. Aqui, o máximo que podes encontrar é a resposta – se vais ou não encontrar o que queres. Se vens agradecer alguma coisa, que bom. Fico feliz por perceberes que tudo o que tens na matéria é enviado pelo céu, a título de boa hospitalidade. Mas se vens para Ser, para te exerceres, aí então é que fico feliz e mando tocar as trombetas.

Significa que já compreendeste o portal das dimensões, porque já recebeste luz suficiente para poderes escolher a luz. Significa que já te perdoaste e já não exiges nada de ti. Porque aceitaste vivenciar cada uma das tuas dores bem como cada um dos teus amores. Porque já sabes quem eu sou e o bem que te posso trazer.

Significa que já compreendeste a jornada do homem e queres fazer a tua parte. Significa que pensas em mim e, mesmo que ainda não me tenhas visto, sabes que existo e contas comigo. Significa que já entregaste a tua alma ao céu e aguardas por boas novas. E, mais do que tudo, significa que a tua alma já tocou na minha.

O LIVRO DA LUZ – Pergunte, O Céu Responde,
de Alexandra Solnado








quinta-feira, 28 de abril de 2011

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«Ás vezes não tomar uma decisão, é tomar uma decisão...»


Sara Sidlle

CSI Las Vegas

Como é linda a nossa «Casa»!...Planeta Terra XII

em África



O Quénia está situado na África oriental, tendo fronteiras a leste com a Somália, a norte com a Etiópia e o Sudão, a oeste com o Uganda, a sudoeste com a Tanzania e a sueste é banhado pelo Oceano Índico.

A parte ocidental do país faz parte do sistema de depressões do Vale do Rift, que deu origem aos grandes lagos africanos, e essa zona do país é banhada por dois dos maiores: o lago Vitória e o lago Turkana.

As falhas do rift são rodeadas por montanhas, algumas das quais de origem vulcânica, que atingem o ponto mais alto no centro do país, no monte Quénia, com 5199 m. A leste e a sul, o relevo suaviza-se, em especial junto à fronteira da Somália, onde se estende uma extensão significativa de planície.

O monte Kilimanjaro (Oldoinyo Oibor, que significa montanha branca em Masai, ou Kilima Njaro, montanha brilhante em kiswahili), localizado nas coordenadas 3º07' S e 37º35' E, no norte da Tanzânia, junto à fronteira com o Quénia, é o ponto mais alto de África, com uma altitude de 5 891,8 m[1][2] no Pico Uhuru. Este antigo vulcão, com o topo coberto de neve, ergue-se no meio de uma planície de savana, oferecendo um espectáculo único.

O monte e as florestas circundantes, com uma área de 75 353 ha, possuem uma fauna rica, incluindo muitas espécies ameaçadas de extinção e constituem um parque nacional que foi inscrito pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) em 1987 na lista dos locais que são Património da Humanidade.

O complexo do monte Kilimanjaro com as suas florestas, localizado entre 2°50'-3°20'S, 37°00'-37°35'E, tinha sido considerado uma reserva de caça pelo governo colonial alemão nos princípios do século XX, mas foi considerado uma reserva florestal em 1921, até que, em 1973, foi declarado como Parque Nacional.


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