quarta-feira, 16 de março de 2011

The Adjustment Bureau


À beira de conquistar um lugar no Senado, o ambicioso político David Norris conhece a bela bailarina contemporânea Elise Sellas, uma mulher como ele nunca conheceu. Mas assim que se começam a apaixonar, misteriosos homens conspiram para mantê-los afastados. David percebe que está a lutar contra os próprios Agentes do Destino, que farão tudo ao seu alcance para evitar que David e Elise fiquem juntos. Perante tão estranhos acontecimentos, ele tem de deixá-la ir e aceitar o caminho que lhe foi destinado… ou arriscar tudo e desafiar o Destino.

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Surdo do coração


«Mas o que mais dói é saber que alguém que ainda amamos, por medo e por sofrimento, nos fechou o coração. O som é igual ao de mil tambores em fúria: não vale a pena falar, não vale a pena escrever, não vale a pena tentar chegar ao outro lado, saltar o muro, enviar emissários, içar bandeiras, fazer cimeiras, apanhar aviões e levar na mão o nosso coração como presente porque ele já não o quer. Quando o outro coração se fecha deixa de ser nosso. E quando um homem fica surdo do coração, como é muito mais prático do que uma mulher, como é mais fácil do que lamber as feridas, oferece-o a outra mulher.»

in «Onde reside o amor»

*

terça-feira, 15 de março de 2011

A vibração do amor!

again...

Não posso deixar que te leve
O castigo da ausência,
Vou ficar a esperar
E vais ver-me lutar
Para que esse mar não nos vença.
Não posso pensar que esta noite
Adormeço sozinho,
Vou ficar a escrever,
E talvez vá vencer
O teu longo caminho.

Quero que saibas
Que sem ti não há lua,
Nem as árvores crescem,
Ou as mãos amanhecem
Entre as sombras da rua.

Leva os meus braços,
Esconde-te em mim,
Que a dor do silêncio
Contigo eu venço
Num beijo assim.

Não posso deixar de sentir-te
Na memória das mãos,
Vou ficar a despir-te,
E talvez ouça rir-te
Nas paredes, no chão.
Não posso mentir que as lágrimas
São saudades do beijo,
Vou ficar mais despido
Que um corpo vencido,
Perdido em desejo.

Quero que saibas
Que sem ti não há lua,
Nem as árvores crescem,
Ou as mãos amanhecem
Entre as sombras da rua.

Olhar


"Para fazer mudanças não é preciso buscar novas paisagens. Basta apenas olhar com novos olhos."

(Marcel Proust)

sábado, 12 de março de 2011