À beira de conquistar um lugar no Senado, o ambicioso político David Norris conhece a bela bailarina contemporânea Elise Sellas, uma mulher como ele nunca conheceu. Mas assim que se começam a apaixonar, misteriosos homens conspiram para mantê-los afastados. David percebe que está a lutar contra os próprios Agentes do Destino, que farão tudo ao seu alcance para evitar que David e Elise fiquem juntos. Perante tão estranhos acontecimentos, ele tem de deixá-la ir e aceitar o caminho que lhe foi destinado… ou arriscar tudo e desafiar o Destino.
«Mas o que mais dói é saber que alguém que ainda amamos, por medo e por sofrimento, nos fechou o coração. O som é igual ao de mil tambores em fúria: não vale a pena falar, não vale a pena escrever, não vale a pena tentar chegar ao outro lado, saltar o muro, enviar emissários, içar bandeiras, fazer cimeiras, apanhar aviões e levar na mão o nosso coração como presente porque ele já não o quer. Quando o outro coração se fecha deixa de ser nosso. E quando um homem fica surdo do coração, como é muito mais prático do que uma mulher, como é mais fácil do que lamber as feridas, oferece-o a outra mulher.»
Não posso deixar que te leve O castigo da ausência, Vou ficar a esperar E vais ver-me lutar Para que esse mar não nos vença. Não posso pensar que esta noite Adormeço sozinho, Vou ficar a escrever, E talvez vá vencer O teu longo caminho.
Quero que saibas Que sem ti não há lua, Nem as árvores crescem, Ou as mãos amanhecem Entre as sombras da rua.
Leva os meus braços, Esconde-te em mim, Que a dor do silêncio Contigo eu venço Num beijo assim.
Não posso deixar de sentir-te Na memória das mãos, Vou ficar a despir-te, E talvez ouça rir-te Nas paredes, no chão. Não posso mentir que as lágrimas São saudades do beijo, Vou ficar mais despido Que um corpo vencido, Perdido em desejo.
Quero que saibas Que sem ti não há lua, Nem as árvores crescem, Ou as mãos amanhecem Entre as sombras da rua.
Este é o meu cantinho...onde desabafo, crio, destruo,choro e rio. Onde coloco os meus interesses e desinteresses... As desventuras de uma fada desasada que alguém um dia apelidou de trapalhona.
Simples na maneira de ser, mas exigente. Complexa na maneira de querer. Dou sem limites até ao ponto de querer receber, aí tudo deixa de ser simples pois se exijo de mim o máximo espero o mesmo empenho dos outros...
Detesto as injustiças, o desiquilíbrio e a falta de rigor. Abomino a mentira, a deslealdade e a falta de carácter.
Sei que a perfeição não existe e que não podemos ser lineares, mas os meus valores não se alteram, só posso ser mais tolerante com as limitações humanas... com quem sou menos tolerante? Comigo, claro! Não posso querer que os outros sejam para mim algo que não seja capaz de ser para eles...
Actualmente em plena transformação, a transmutar tudo o que compilei nesta e noutras vidas e que necessita ser totalmente resolvido, para o surgimento de uma nova Eu... um processo, longo, complexo e muito sofrido