segunda-feira, 7 de março de 2011

Pedras e flores


As pessoas são muito reativas:
costumam retribuir exatamente aquilo que recebem.
Retribuem o bem com o bem, e o mal com o mal.
Mas tu, para seres imensamente feliz, procederás diferente:
Retribua com flores a todas as pedras que te atirarem.
...Haverá um momento em que as pedras de teus inimigos acabarão,
e assim eles só poderão atirar em você
as próprias flores que receberam de ti.

- Augusto Branco -

sábado, 5 de março de 2011


«...somos todos conduzidos para a verdade para a qual estamos preparados»

in «Conversas com Deus»

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Mulher em movimento I I


«As mulheres em movimento são mais difíceis de controlar, porque mudam de interesses com facilidade: hoje querem aprender "krav-magga", amanhã interessam-se por pintura a óleo. Mas têm uma enorme qualidade: estão sempre ocupadas. E quando têm tempo para um homem é porque ele é mesmo importante. Senão tinham mais que fazer.
Por outro lado, uma mulher em movimento aguça a concentração masculina. O simples facto de um homem não saber o que é que ela poderá estar a fazer naquele momento - pode estar numa aula de ioga, nos saldos com as amigas ou em casa a ler um livro - faz com que ele a valorize. Porquê? Porque sente que não a tem na mão, mesmo que se trate de uma namorada devota ou de uma mulher fiel. A ideia de as mulheres terem a sua vida é algo que fascina os homens ao mesmo tempo que os assusta. Os mais corajosos aceitam o desafio, enchem o peito de ar e dão o seu melhor. Os mais comodistas optam por uma sossegadinha, daquelas que organizam a vida de acordo com os interesses do seu par e que estão sempre em casa à espera que volte com um prato de comida quente e um sorriso submisso.»

in «Onde reside o amor»

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quinta-feira, 3 de março de 2011

You held my hand



I cried a tear, you wiped it dry
I was confused, you cleared my mind
I sold my soul, you bought it back for me
And held me up and gave me dignity
Somehow you needed me

You gave me strength to stand alone again
To face the world out on my own again
You put me high upon a pedestal
So high that I could almost see eternity
You needed me, you needed me

And I can't believe it's you
I can't believe it's true
I needed you and you were there
And I'll never leave, why should I leave?
I'd be a fool 'cause I finally found someone who really cares

You held my hand when it was cold
When I was lost you took me home
You gave me hope when I was at the end
And turned my lies back into truth again
You even called me "friend"

You gave me strength to stand alone again
To face the world out on my own again
You put me high upon a pedestal
So high that I could almost see eternity
You needed me, you needed me

You needed me, you needed me

Mulher em movimento I


«Uma mulher em movimento é uma mulher interessante. Ela tem sempre imensas coisas para fazer, e quando não tem, inventa. Ela tem amigas com quem almoça todas as semanas, dois ou três amigos de grande confiança e acima de qualquer suspeita com amigos de grande confiança e acima de qualquer suspeita com quem vai jantar uma vez por mês, ela trabalha, ela vai à ginástica, ela vai ao cabeleireiro, ela tira cursos de teatro, de comida oriental e de linguagem gestual, tudo isto enquanto deixa os filhos na natação, ela gosta de ir ao teatro, ela vai a exposições, numa palavra, ela tem vida própria.»

in «Onde reside o amor»

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terça-feira, 1 de março de 2011

Casais-bolha


...
«Há casais que se amam profundamente, há casais que são literalmente loucos um pelo outro e há casais que reúnem as duas coisas e que conseguem o pleno.
(...)
Conheço poucos casais assim, mas distinguem-se à légua: saem sempre juntos, comunicam em código um com o outro, riem-se mais do que é habitual e conseguem sentir
que estão sempre sozinhos, ainda que sentados numa bancada de um estádio em noite de uma final da taça. Vivem numa espécie de bolha transparente, porém impenetrável, onde nem os filhos entram. São casais que conseguem manter a chama da paixão depois de meses e anos de convivência. Não raro, apoiam-se profissionalmente um ao outro e referem-se sempre aos filhos como nossos, sem distinguir facções dentro do núcleo familiar, ainda que estas possam existir. Os casais-bolha vendem uma felicidade absurda e quase plástica, por parecer impossível alcançar. Podemos ter a sensação de que vão um dia sufocar ao respirarem o mesmo ar, mas geralmente não é isso que acontece: parecem alimentar-se desse ar muito particular que fabricam.
E quando a bolha rebenta? Salve-se quem puder, porque os próprios não conhecem salvação. Valerá a pena viver assim? Talvez valha pelo menos tentar, isto para os poucos sortudos que já tiveram tão rara oportunidade. afinal, não é todos os dias na vida que se consegue o pleno.»

in «Onde Reside o amor»



Os casais-bolha suscitam invejas e ódios, palmadinhas falsas nas costas e comentários
depreciativos.
Até aqueles que parecem contentes pela felicidade alheia e desconfiam da mesma, dizem «bem me parecia» ou «eu já sabia» se e quando a bolha rebenta!
Às vezes o amor é enorme, a felicidade também, o entendimento real e verdadeiro, mas as pressões externas e rotina interna minam esses nobres sentimentos e o barco afunda; o ar perfeito torna-se
irrespirável e envenena a própria existência.
Às vezes, parece que o barco afundou e os náufragos mal se mantêm à tona, mas como sempre costumo dizer: O VERDADEIRO AMOR NÃO ACABA NUNCA!

Trapalhonazinha

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Moreia preta


Peixe apenas conhecido, até ao momento, nos arquipélagos da Macaronésia (Açores, Cabo Verde, Canárias e Madeira). Pode atingir 1 metro de comprimento, sendo perigoso se sente ameaçado.

Alimenta-se de peixes, polvos e crustáceos, caçando de noite.
...
Saiba mais sobre as reservas marinhas da Madeira em www.pnm.pt

(Foto de Moreia-preta da autoria de Carlos Freitas)
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