As pessoas são muito reativas: costumam retribuir exatamente aquilo que recebem. Retribuem o bem com o bem, e o mal com o mal. Mas tu, para seres imensamente feliz, procederás diferente: Retribua com flores a todas as pedras que te atirarem. ...Haverá um momento em que as pedras de teus inimigos acabarão, e assim eles só poderão atirar em você as próprias flores que receberam de ti.
- Augusto Branco -
sábado, 5 de março de 2011
«...somos todos conduzidos para a verdade para a qual estamos preparados»
«As mulheres em movimento são mais difíceis de controlar, porque mudam de interesses com facilidade: hoje querem aprender "krav-magga", amanhã interessam-se por pintura a óleo. Mas têm uma enorme qualidade: estão sempre ocupadas. E quando têm tempo para um homem é porque ele é mesmo importante. Senão tinham mais que fazer. Por outro lado, uma mulher em movimento aguça a concentração masculina. O simples facto de um homem não saber o que é que ela poderá estar a fazer naquele momento - pode estar numa aula de ioga, nos saldos com as amigas ou em casa a ler um livro - faz com que ele a valorize. Porquê? Porque sente que não a tem na mão, mesmo que se trate de uma namorada devota ou de uma mulher fiel. A ideia de as mulheres terem a sua vida é algo que fascina os homens ao mesmo tempo que os assusta. Os mais corajosos aceitam o desafio, enchem o peito de ar e dão o seu melhor. Os mais comodistas optam por uma sossegadinha, daquelas que organizam a vida de acordo com os interesses do seu par e que estão sempre em casa à espera que volte com um prato de comida quente e um sorriso submisso.»
I cried a tear, you wiped it dry I was confused, you cleared my mind I sold my soul, you bought it back for me And held me up and gave me dignity Somehow you needed me
You gave me strength to stand alone again To face the world out on my own again You put me high upon a pedestal So high that I could almost see eternity You needed me, you needed me
And I can't believe it's you I can't believe it's true I needed you and you were there And I'll never leave, why should I leave? I'd be a fool 'cause I finally found someone who really cares
You held my hand when it was cold When I was lost you took me home You gave me hope when I was at the end And turned my lies back into truth again You even called me "friend"
You gave me strength to stand alone again To face the world out on my own again You put me high upon a pedestal So high that I could almost see eternity You needed me, you needed me
«Uma mulher em movimento é uma mulher interessante. Ela tem sempre imensas coisas para fazer, e quando não tem, inventa. Ela tem amigas com quem almoça todas as semanas, dois ou três amigos de grande confiança e acima de qualquer suspeita com amigos de grande confiança e acima de qualquer suspeita com quem vai jantar uma vez por mês, ela trabalha, ela vai à ginástica, ela vai ao cabeleireiro, ela tira cursos de teatro, de comida oriental e de linguagem gestual, tudo isto enquanto deixa os filhos na natação, ela gosta de ir ao teatro, ela vai a exposições, numa palavra, ela tem vida própria.»
... «Há casais que se amam profundamente, há casais que são literalmente loucos um pelo outro e há casais que reúnem as duas coisas e que conseguem o pleno. (...) Conheço poucos casais assim, mas distinguem-se à légua: saem sempre juntos, comunicam em código um com o outro, riem-se mais do que é habitual e conseguem sentir que estão sempre sozinhos, ainda que sentados numa bancada de um estádio em noite de uma final da taça. Vivem numa espécie de bolha transparente, porém impenetrável, onde nem os filhos entram. São casais que conseguem manter a chama da paixão depois de meses e anos de convivência. Não raro, apoiam-se profissionalmente um ao outro e referem-se sempre aos filhos como nossos, sem distinguir facções dentro do núcleo familiar, ainda que estas possam existir. Os casais-bolha vendem uma felicidade absurda e quase plástica, por parecer impossível alcançar. Podemos ter a sensação de que vão um dia sufocar ao respirarem o mesmo ar, mas geralmente não é isso que acontece: parecem alimentar-se desse ar muito particular que fabricam. E quando a bolha rebenta? Salve-se quem puder, porque os próprios não conhecem salvação. Valerá a pena viver assim? Talvez valha pelo menos tentar, isto para os poucos sortudos que já tiveram tão rara oportunidade. afinal, não é todos os dias na vida que se consegue o pleno.»
in «Onde Reside o amor»
Os casais-bolha suscitam invejas e ódios, palmadinhas falsas nas costas e comentários depreciativos. Até aqueles que parecem contentes pela felicidade alheia e desconfiam da mesma, dizem «bem me parecia» ou «eu já sabia» se e quando a bolha rebenta! Às vezes o amor é enorme, a felicidade também, o entendimento real e verdadeiro, mas as pressões externas e rotina interna minam esses nobres sentimentos e o barco afunda; o ar perfeito torna-se irrespirável e envenena a própria existência. Às vezes, parece que o barco afundou e os náufragos mal se mantêm à tona, mas como sempre costumo dizer: O VERDADEIRO AMOR NÃO ACABA NUNCA!
Peixe apenas conhecido, até ao momento, nos arquipélagos da Macaronésia (Açores, Cabo Verde, Canárias e Madeira). Pode atingir 1 metro de comprimento, sendo perigoso se sente ameaçado.
Alimenta-se de peixes, polvos e crustáceos, caçando de noite. ... Saiba mais sobre as reservas marinhas da Madeira em www.pnm.pt
(Foto de Moreia-preta da autoria de Carlos Freitas)Ver mais
Este é o meu cantinho...onde desabafo, crio, destruo,choro e rio. Onde coloco os meus interesses e desinteresses... As desventuras de uma fada desasada que alguém um dia apelidou de trapalhona.
Simples na maneira de ser, mas exigente. Complexa na maneira de querer. Dou sem limites até ao ponto de querer receber, aí tudo deixa de ser simples pois se exijo de mim o máximo espero o mesmo empenho dos outros...
Detesto as injustiças, o desiquilíbrio e a falta de rigor. Abomino a mentira, a deslealdade e a falta de carácter.
Sei que a perfeição não existe e que não podemos ser lineares, mas os meus valores não se alteram, só posso ser mais tolerante com as limitações humanas... com quem sou menos tolerante? Comigo, claro! Não posso querer que os outros sejam para mim algo que não seja capaz de ser para eles...
Actualmente em plena transformação, a transmutar tudo o que compilei nesta e noutras vidas e que necessita ser totalmente resolvido, para o surgimento de uma nova Eu... um processo, longo, complexo e muito sofrido