segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
um breve instante...um simples beijo, valeu por uma vida
Tocas no rosto enquanto o ar não sai
Inspiro sem medo do acto que te vem
Envolvo os pés com as mãos
Do toque nasce a nossa ilusão
Desenhas os risos de um novo medo
Que o peito demonstra sem qualquer sossego
Faz tempo que a culpa se foi
Ficámos de pensar só depois
Do erro.
Já pouco nos resta fechar os olhos
Escondemos actos sem qualquer receio ou angústia
Que nos prende a vontade de sentir
O corpo com prazer
Rasgas-me a roupa sem qualquer pudor
Enquanto buscas o ar pela boca
Passeias o teu cheiro em meu corpo
Por entre os braços misturo tudo
Após o prazer ficaremos mudos
Sem saber
Se é por uma noite
Grito o teu nome sem saber
Como será o amanhã
Foi um sonho real
Por uma noite
*
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Obrigada
Obrigada!
Por seres quem és,
Por me fazeres feliz como sou!
Agradeço-te!
Todo o amor que me dás
Tudo de bom que te dou!
Retribuo-te!
Cada gesto de carinho, cada flor, cada bombom!
Peço-te!
Nunca te esqueças de mim,
Nunca percas o teu dom!
Obrigada!
Pelo tempo que me dedicas, pelo suor com que me banhas!
Agradeço-te!
Todos os sacrifícios que por mim fazes,
tudo o que me dás mesmo que não tenhas!
Retribuo-te!
Todas as atenções que te faltam,
Todas as atenções que tu ganhas!
Peço-te!
Sê feliz até ao fim da vida,
Sê feliz e faz feliz a quem amas!
Trapalhonazinha
(1994/02/04)
*
Por seres quem és,
Por me fazeres feliz como sou!
Agradeço-te!
Todo o amor que me dás
Tudo de bom que te dou!
Retribuo-te!
Cada gesto de carinho, cada flor, cada bombom!
Peço-te!
Nunca te esqueças de mim,
Nunca percas o teu dom!
Obrigada!
Pelo tempo que me dedicas, pelo suor com que me banhas!
Agradeço-te!
Todos os sacrifícios que por mim fazes,
tudo o que me dás mesmo que não tenhas!
Retribuo-te!
Todas as atenções que te faltam,
Todas as atenções que tu ganhas!
Peço-te!
Sê feliz até ao fim da vida,
Sê feliz e faz feliz a quem amas!
Trapalhonazinha
(1994/02/04)
*
sábado, 12 de fevereiro de 2011
O amor e a emoção

«O amor compreendia tantos graus diferentes de emoção.
(...)
Os poetas falavam do desejo de morrer se não pudessem ter a pessoa amada, mas ela achava este sentimento débil. O amor era enriquecedor, devia ser guardado no coração com orgulho, mesmo que a pessoa amada morresse ou nos fosse arrebatada.
No entanto, sabia que era fácil ter tão nobres pensamentos na segurança dos braços do amante, sabendo que o coração e o espírito dele estavam em sintonia com os seus. Talvez esse orgulho se esboroasse sem garantias constantes ou se passasse demasiado tempo separados.»
...
in «Segue o coração
Não olhes para trás»
Lesley Pearse
*
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
“Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o címbalo que retine. E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria. E ainda que distribuísse todos os meus bens para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.”
(1 Corinthians 13:1-3)
Coração.

«Nessa manhã ele saiu atribulado, preocupado, não fazia ideia se seria mais um desempregado.
Ela triste porque o amava mais do que a ela, disse-lhe:
Querido vai tudo correr bem, leva o meu coração contigo.
...Vai-te fazer bem.
Enternecido com o gesto chegou perto dela, puxou-a contra o seu peito e beijando-a apaixonadamente sentiu toda a magia daquele coração.
Então saiu para a rua como se o mundo fosse todo dele.
Já não se sentia triste… pulava qual criança que acredita e vê esperança ao seu redor… corria… estava alegre regozijava-se de ser tão amado pela sua amada.
Sentir que perante tanta adversidade na sua vida... com insegurança no trabalho... com problemas de saúde... com despesas certas para um vencimento incerto...
Pensava ao menos no amor tenho sorte!
Ao menos no amor tenho alguém...
Alguém que não me faz sentir ninguém.
Virou-se para se despedir… reparou que nas mãos dela estava o seu coração… como era possível ele estar vivo sem ela?
Sedento e mais afoito voltou-se e beijou-lhe as mãos.
Estonteante quase louco deixou aquela grande preocupação e passou a encarar a vida como se esgotasse naquele instante.
Naquele coração, como por magia estava a vida dos dois... os seus sonhos... as suas ilusões... as suas esperanças... mas principalmente estava a certeza de não sair só.... a certeza de tudo estar certo... a certeza de que quando voltasse... valeria sempre a pena... naquele coração estava o seu coladinho ternamente como se de um só se tratasse.»
(Rex Manuel e Ester Pita)
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