segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Inspiração... Encontro... (parte I)
«O guerreiro da luz ao invés de culpar-se pelo facto de haver demorado tanto tempo para chegar, alegra-se por saber que acabou ou chegar.»
in «Manual do Guerreiro da Luz»
«No início as relações são difíceis. Da mesma maneira que o fogo, é necessário conformarmo-nos com o fumo desagradável. No entanto, uma vez o fogo aceso, o fumo desaparece e as chamas iluminam tudo ao redor - espalhando calor, calma, e eventualmente fazendo saltar uma brasa que nos queima, mas é isso, que torna uma relação interessante, não é verdade?»
in « Crónica - independência emocional»
«O mundo tem uma alma e chega um momento em que esta alma age em todos ao mesmo tempo.»
in «Na margem do Rio Piedra eu sentei e chorei»
«A felicidade é algo que se multiplica mesmo quando se divide.»
in «Na margem do Rio Piedra eu sentei e chorei»
«Tinha sido ela, com o seu carinho e alegria, a grande responsável por ele ter encontrado, de novo, o sentido da vida.»
in «Brida»
«O coração, liberto das maldições, tomava conta de tudo.»
in «Na margem do Rio Piedra eu sentei e chorei»
*
in «Manual do Guerreiro da Luz»
«No início as relações são difíceis. Da mesma maneira que o fogo, é necessário conformarmo-nos com o fumo desagradável. No entanto, uma vez o fogo aceso, o fumo desaparece e as chamas iluminam tudo ao redor - espalhando calor, calma, e eventualmente fazendo saltar uma brasa que nos queima, mas é isso, que torna uma relação interessante, não é verdade?»
in « Crónica - independência emocional»
«O mundo tem uma alma e chega um momento em que esta alma age em todos ao mesmo tempo.»
in «Na margem do Rio Piedra eu sentei e chorei»
«A felicidade é algo que se multiplica mesmo quando se divide.»
in «Na margem do Rio Piedra eu sentei e chorei»
«Tinha sido ela, com o seu carinho e alegria, a grande responsável por ele ter encontrado, de novo, o sentido da vida.»
in «Brida»
«O coração, liberto das maldições, tomava conta de tudo.»
in «Na margem do Rio Piedra eu sentei e chorei»
*
domingo, 12 de dezembro de 2010
E o menino nasceu!
Eram dois,
Caminhavam custosamente
Sofriam juntos porque se amavam
e no amor até o sofrimento se compartilha.
Ela caminhava lentamente
O ventre a latejar,
Ele desesperadamente
entre o tentar ampará-la e o
encontrar um abrigo
sentia-se desfalecer.
Ela continuava,
Uma força interior fazia-a prosseguir:
O seu menino não podia nascer ali;
o escolhido,
Aquele que iria salvar os Homens!
Não!
Não ia deixá-lo nascer por entre a poeira
e as pedras do chão.
No frio daquela noite.
Desamparado, ao relento.
A custo arrastavam-se por entre as casas.
Ao longe uma voz brilhava, seguiram-na.
De repente, não se sabe como
a luz parou sobre um estábulo...
...não, é aí que a história muda.
Não era um estábulo, era um palácio.
Todo ele cintilava.
Era feito todo em ouro, coberto das mais lindas
preciosidades da terra,
Recheado de todos os confortos
Cómodo e seguro.
Entraram e finalmente
deixaram de sofrer, descansaram.
E o menino nasceu!
E com ele nasceu a esperança.
A esperança de um mundo melhor
de um mundo novo, sem ódios nem
guerras.
De um mundo onde os Homens não saibam
o que é a dor, o sofrimento.
É o sonho que cada mãe traz
no seio, junto ao seu filho.
É o pensamento mais puro que todas
aquelas que vêm o seu menino nascer...
Anaísa
Natal-1988
Caminhavam custosamente
Sofriam juntos porque se amavam
e no amor até o sofrimento se compartilha.
Ela caminhava lentamente
O ventre a latejar,
Ele desesperadamente
entre o tentar ampará-la e o
encontrar um abrigo
sentia-se desfalecer.
Ela continuava,
Uma força interior fazia-a prosseguir:
O seu menino não podia nascer ali;
o escolhido,
Aquele que iria salvar os Homens!
Não!
Não ia deixá-lo nascer por entre a poeira
e as pedras do chão.
No frio daquela noite.
Desamparado, ao relento.
A custo arrastavam-se por entre as casas.
Ao longe uma voz brilhava, seguiram-na.
De repente, não se sabe como
a luz parou sobre um estábulo...
...não, é aí que a história muda.
Não era um estábulo, era um palácio.
Todo ele cintilava.
Era feito todo em ouro, coberto das mais lindas
preciosidades da terra,
Recheado de todos os confortos
Cómodo e seguro.
Entraram e finalmente
deixaram de sofrer, descansaram.
E o menino nasceu!
E com ele nasceu a esperança.
A esperança de um mundo melhor
de um mundo novo, sem ódios nem
guerras.
De um mundo onde os Homens não saibam
o que é a dor, o sofrimento.
É o sonho que cada mãe traz
no seio, junto ao seu filho.
É o pensamento mais puro que todas
aquelas que vêm o seu menino nascer...
Anaísa
Natal-1988
yes i can...i must!
«...oh i am what i am,
i'll do what i want,
but i can´t hide...
...i won´t go, i won´t sleep,
i can´t breath,
untill you´re resting here with me,
i won´t leave,
i can´t hide,
i cannot be, until you´re resting here with me...»
i'll do what i want,
but i can´t hide...
...i won´t go, i won´t sleep,
i can´t breath,
untill you´re resting here with me,
i won´t leave,
i can´t hide,
i cannot be, until you´re resting here with me...»
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
dá-me um abraço
...
«já me perdi sem rumo certo
já me venci, pelo cansaço...»
...
«estou longe, estive tão perto...
do teu abraço»
...
«já me perdi sem rumo certo
já me venci, pelo cansaço...»
...
«estou longe, estive tão perto...
do teu abraço»
...
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