terça-feira, 30 de novembro de 2010
domingo, 28 de novembro de 2010
Jardim Botânico do Funchal
Desde o século XVII que a Ilha da Madeira ansiava por um jardim botânico, sonho que se tornou realidade em 1960. Situado a cerca de 3 km do centro do Funchal, na Quinta do Bom Sucesso, que pertencia à família Reid’s, reúne condições que lhe permitem ter uma vegetação exuberante.
Por todo o jardim são observáveis formas harmoniosas e cores contrastantes, onde podem ser vistas mais de 2000 plantas. O jardim Botânico pertence ao Governo e, para além de ser um belo espaço de lazer, é também um Centro de Ciência e Cultura.
Por todo o jardim podem-se ver plantas com as respectivas identificações, nas quais se descrevem os nomes científico e comum e a origem, plantas estas que se dividem em cinco áreas principais:
- Indígenas e Endémicas: este é o local ideal para se observarem plantas exclusivas da Ilha da Madeira e de outras ilhas do Atlântico tais como os Açores, as Canárias e Cabo Verde. Neste jardim estão representadas cerca de 100 espécies indígenas, que vão desde as que crescem nas encostas mais expostas da ilha até à típica vegetação e até às árvores que se desenvolvem na floresta natural da Madeira – a Laurissilva.
- Arboreto: aqui encontra plantas de zonas do Globo ecologicamente opostas, tais como plantas os Himalaias e dos tópicos.
- Suculentas: é a capacidade de armazenar água que distingue estas plantas originárias, na sua grande maioria, da América do Sul.
- Tropicais/Cultivares/Aromáticas/Medicina
- Loiro Parque: o Loiro Parque reúne algumas das aves mais exóticas e mais raras. As Catatuas e os Loricos das ilhas tropicais Asiáticas, os Periquitos Australianos, os Papagaios Anões, entre muitos outros, são algumas das espécies de pássaros que pode encontrar neste Parque.
sábado, 27 de novembro de 2010
HÁ SEMPRE ALGUÉM
Há pessoas caladas que precisam de alguém para conversar.
Há pessoas tristes que precisam de alguém para confortar.~
Há pessoas tímidas que precisam de alguém para as ajudar a vencer a timidez.
Há pessoas sozinhas que precisam de alguém para brincar.
Há pessoas com medo que precisam de alguém para lhes dar a mão.
Há pessoas fortes que precisam de alguém para as fazer pensar na melhor maneira de usarem a sua força.
Há pessoas habilidosas que precisam de alguém para as fazer pensar na melhor maneira de usarem a sua habilidade.
Há pessoas que julgam que não sabem fazer nada e precisam de alguém que as ajude a descobrir as muitas coisas que afinal sabem fazer.
Há pessoas apressadas que precisam de alguém para lhes mostrar tudo o que não tem tempo para ver.
Há pessoas impulsivas que precisam de alguém para as ajudar a não magoar os outros.
Há pessoas que se sentem de fora e precisam de alguém para lhes mostrar o caminho de entrada.
Há pessoas que dizem que não servem para nada e precisam de alguém para as ajudar a descobrir como são importantes.
Precisam de alguém.
Talvez de ti...»
(Autor: Leif Kristiansson; Tradução: Mª Lino)
*
...
É tempo suficiente para pensar, sentir, fazer...tudo mudar.
Em um ano mudei o que quero, o que posso, o que estou disposta a fazer.
Neste ano, senti, sofri, amei, desesperei...mas sei que o amor incondicional faz parte de mim, a minha alma está completa quando o teu espírito vive em mim; o teu corpo nunca abraçado será nesta vida de quem amar(es), mas sempre juntos seremos mais fortes em espírito e alma, mesmo que sempre juntos em corpo não chegue a acontecer.
Dois corações unidos quando os nossos dois corações são um só...
Espero continuar nesta evolução a descobrir quem sou, quem somos... aceito todos os enganos com o mesmo amor que as certezas.
Eu
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
«Sobre o ritmo e o caminho»

«-Faltou algo na sua palestra sobre o Caminho de Santiago...
(...)
"No início da minha peregrinação, tentava ir juntamente com o meu grupo. Cansava-me, exigia do meu corpo mais do que podia dar, vivia tensa, e acabei por ter problemas nos tendões do pé esquerdo. Impossibilitada de andar durante dois dias, percebi que só conseguiria chegar a Santiago se obedecesse ao meu próprio ritmo.
Demorei mais que os outros, tive de andar sozinha por muitos trechos - mas foi só porque respeitei o meu próprio ritmo que consegui concluir o caminho. Desde então aplico isto a tudo o que preciso fazer na vida: respeito o meu tempo."»
in «Ser como um rio que flui»
*

