«É o deserto que esconde o meu tesouro.»
in «O Alquimista»
«Em vez de ficares a amaldiçoar o lugar onde caíste, devias procurar aquilo que provocou a queda.»
in «Crónica - Histórias da América Latina»
«Antes que certas tempestades invadam o nosso quintal, elas enviam pequenas mensagens que ignoramos por preguiça.»
in »Crónica - As crises e as suas armadilhas»
«Bem-aventurados os que podem dar os primeiros passos e ser capazes de falar a língua dos anjos.»
in «Na margem do Rio Piedra eu sentei e chorei»
*
sábado, 30 de outubro de 2010
terça-feira, 26 de outubro de 2010
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Sou de ti Espero por ti Só por ti
É tempo de mudar
De ser feliz é
E deixar de ser
Um mal menor
É hora de deixar
Para trás é
Os erros que eu já sei
Já sei de cor
Agora é hora
Sou um segredo
Quero-te contar
Não tenhas medo
Quero-te revelar
Eu era só mais um (a)
A espera de encontrar
Um vida em comum
Com o teu olhar
Eu era só poeira
A espera de assentar
Esperei a vida inteira
Por esse teu olhar
*
Sou de ti
Espero por ti
Só por ti
É tempo de tentar
Ser feliz é
E deixar de ser
Só intenção
É hora de apagar
O que ficou para trás
Saudades já não vão
A nenhum lado
De ser feliz é
E deixar de ser
Um mal menor
É hora de deixar
Para trás é
Os erros que eu já sei
Já sei de cor
Agora é hora
Sou um segredo
Quero-te contar
Não tenhas medo
Quero-te revelar
Eu era só mais um (a)
A espera de encontrar
Um vida em comum
Com o teu olhar
Eu era só poeira
A espera de assentar
Esperei a vida inteira
Por esse teu olhar
*
Sou de ti
Espero por ti
Só por ti
É tempo de tentar
Ser feliz é
E deixar de ser
Só intenção
É hora de apagar
O que ficou para trás
Saudades já não vão
A nenhum lado
domingo, 24 de outubro de 2010
Se eu pudesse iluminar por dentro as palavras de todos os dias
"(O soneto que só errado ficou certo)
Se eu pudesse iluminar por dentro as palavras de todos os dias
para te dizer, com a simplicidade do bater do coração,
que afinal ao pé de ti apenas sinto as mãos mais frias
e esta ternura dos olhos que se dão.
Nem asas, nem estrelas, nem flores sem chão
mas o desejo de ser a noite que me guias
e baixinho ao bafo da tua respiração
contar-te todas as minhas covardias.
Ao pé de ti não me apetece ser herói
mas abrir-te mais o abismo que me dói
nos cardos deste sol de morte viva.
Ser como sou e ver-te como és:
dois bichos de suor com sombra aos pés.
Complicações de luas e saliva."
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