segunda-feira, 24 de maio de 2010

... porque tu nem sempre me dás a certeza de querer estar a meu lado...

São meras palavras
Ditas pelo vento
Quando não estás,
Cai em mim a noite
Sinto o momento
Olho para trás
Palavras perdidas, ficam por dizer
Oooohh.. perco a razão
Memórias esquecidas, sinto-me perder
Tudo é ilusão!

Refrão
Se eu sentir que não sou capaz ( não sou capaz )
De enfrentar marcas do passado
Ohhh... porque tu nem sempre me dás
A certeza de querer estar a meu lado oohhh
A meu lado

Quando desabafo os meus sentimentos
Não posso mais aguentar calado
Esconder momentos
Eu quero mais
Palavras perdidas ficam por dizer
ooohhh... perco a razão
memórias esquecidas sinto-me perder
Tudo é ilusao

Refrão (2x )


oohhh... a meu lado
a meu lado!

...

Pra que falar
Se você não quer me ouvir
Fugir agora não resolve nada
Mas não vou chorar
Se você quiser partir
Às vezes a distância ajuda
E essa tempestade um dia vai acabar

Só quero te lembrar
De quando a gente andava
Nas estrelas
Nas horas lindas que passamos juntos
A gente só queria amar e amar
E hoje tenho certeza
A nossa história não termina agora
Pois essa tempestade um dia vai acabar

(Refrão)
Quando a chuva passar
Quando o tempo abrir
Abra a janela e veja
Eu sou o sol
Eu sou céu e mar
Eu sou seu e fim
E o meu amor é imensidão



umas palavras que dizem tudo...

Trapalhonazinha

*

sad, very sad...




«Para vergar uma cabeça basta uma espada. Mas para vergar um coração é preciso um coração.»

*

domingo, 23 de maio de 2010

Hoje, meu amor...



«Hoje beijava-te a tua boca desenhada, suavemente como se os meus lábios fossem uma pena que te tenta os sentidos.
Beijava-te demoradamente, com volúpia e desejo. Beijava com vontade, envolto na saudade e no calor que tu provocas. Hoje beijava com destreza, com firmeza e loucura, saboreando o teu nectar, provando dos teus quereres, das tuas vontades. Hoje beijava-te para te saciar a sede de mim.»
Hoje...e sempre!

Trapalhonazinha



*

Amar novamente



«Quando é que morrem os mortos? Quando nos esquecemos deles. Quando é que desaparece uma cidade? Quando já não existe na memória dos que nela moraram. Quando é que se deixa de amar? Quando começamos novamente a amar. Disso não há dúvida.»


in «A lei do Amor»

sábado, 22 de maio de 2010

Tristeza



eu nunca pedi mais do que o que me davas
mas gostava de ter tido menos do que me deste...

Trapalhonazinha

*