Por vezes o cansaço é extremo.
Por vezes as forças partem...
Por vezes, temos de «fazer das tripas coração» para seguir em frente!
Por vezes, as manhãs acordam nubladas, os pensamentos povoados de tristeza, o coração oprimido...
Ás vezes a dor é forte demais...
Ás vezes parece que não vou resistir...
Ás vezes só me apetece desistir...
...mas temos de lançar os corações para o alto, mandar embora os maus pensamentos, respirar fundo e, pé ante pé, avançar no dia com a cabeça erguida e um sorriso nos lábios.
Trapalhonazinha
terça-feira, 10 de novembro de 2009
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Hoje vieste ver-me
a troco de um pensamento
que não se esconde
na ressonância adormecida
num olimpo.
Vieste e trazias
um ramo de palavras cintilantes,
flores que pacientemente
escorrem entre o alfa e o omega
como um perfume de tempo.
Hoje a tua visita
apareceu à janela do tempo
que a paisagem do nosso olhar
incendeia num vespertino silêncio.
De corpo cansado
das pedras que colhi
na paisagem transparente erguida
adormeci na pausa
tão perfeitamente adormecida
do nosso paraíso
que tarda a acontecer.
Hoje vieste ver-me
E, sem ter de tocar
no mármore da paixão,
contigo fui devagar
ver o tempo passado para nele escrever
o tempo do amor
voz da nossa idade
que nossos olhos cantam
no canto do nosso olhar.
Carlos Melo Santos, in "Lavra de Amor"
a troco de um pensamento
que não se esconde
na ressonância adormecida
num olimpo.
Vieste e trazias
um ramo de palavras cintilantes,
flores que pacientemente
escorrem entre o alfa e o omega
como um perfume de tempo.
Hoje a tua visita
apareceu à janela do tempo
que a paisagem do nosso olhar
incendeia num vespertino silêncio.
De corpo cansado
das pedras que colhi
na paisagem transparente erguida
adormeci na pausa
tão perfeitamente adormecida
do nosso paraíso
que tarda a acontecer.
Hoje vieste ver-me
E, sem ter de tocar
no mármore da paixão,
contigo fui devagar
ver o tempo passado para nele escrever
o tempo do amor
voz da nossa idade
que nossos olhos cantam
no canto do nosso olhar.
Carlos Melo Santos, in "Lavra de Amor"
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