quinta-feira, 5 de novembro de 2009
«Mesmo assim, continuaria a amá-lo, porque - pela primeira vez na sua vida - tinha consciência do que era liberdade. Podia amá-lo, mesmo que ele jamais soubesse; não precisava da sua permissão para sentir a sua falta, pensar nele o dia inteiro, esperá-lo para o jantar, e preocupar-se com o que as pessoas podiam estar a tramar...
Isso era liberdade: sentir o que o seu coração desejava, independentemente da opinião dos outros»
in «O Monte Cinco»
terça-feira, 3 de novembro de 2009
As sem-razões do amor
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segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Se tu viesses ver-me...
Se tu viesses ver-me hoje à tardinha,
A essa hora dos mágicos cansaços,
Quando a noite de manso se avizinha,
E me prendesses toda nos teus braços...
"Quando me lembra: esse sabor que tinha
A tua boca... o eco dos teus passos...
O teu riso de fonte... os teus abraços...
Os teus beijos... a tua mão na minha...
Se tu viesses quando, linda e louca,
Traça as linhas dulcíssimas dum beijo
E é de seda vermelha e canta e ri
E é como um cravo ao sol a minha boca...
Quando os olhos se me cerram de desejo...
E os meus braços se estendem para ti...
Florbela Espanca
Guio-me pelo coração...
Tento sempre fazer o que acho melhor.
Tento sempre fazer o que acho mais justo, independentemente se sairei magoada, prejudicada, ou infeliz.
Sou incapaz de prejudicar os que amo propositadamente, pensando no meu proveito próprio. Quando muito posso magoar, prejudicar, fazer sofrer involuntariamente, mas logo que me apercebo, faço algo para remediar; muitas vezes infelizmente já não pode ser remediado. Muitas vezes também, atrapalho-me pelo caminho, confundo-me, e acabo por fazer pior ainda. Mas errar é humano e, apesar do inferno estar cheio de boas intenções, as minhas são sempre as melhores.
Disso orgulho-me. De ter boa índole, carácter, valores e princípios.
De amar infinitamente, embora ainda não o saiba fazê-lo incondicionalmente...
De amar intensamente, sempre, muito...
Trapalhonazinha
Tento sempre fazer o que acho mais justo, independentemente se sairei magoada, prejudicada, ou infeliz.
Sou incapaz de prejudicar os que amo propositadamente, pensando no meu proveito próprio. Quando muito posso magoar, prejudicar, fazer sofrer involuntariamente, mas logo que me apercebo, faço algo para remediar; muitas vezes infelizmente já não pode ser remediado. Muitas vezes também, atrapalho-me pelo caminho, confundo-me, e acabo por fazer pior ainda. Mas errar é humano e, apesar do inferno estar cheio de boas intenções, as minhas são sempre as melhores.
Disso orgulho-me. De ter boa índole, carácter, valores e princípios.
De amar infinitamente, embora ainda não o saiba fazê-lo incondicionalmente...
De amar intensamente, sempre, muito...
Trapalhonazinha
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