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quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

A Ponte para a Eternidade - parte II



“ Não sei onde estás, mas vives algures neste planeta e, um dia, tu e eu vamos tocar neste portão onde toco agora. A tua mão tocará nesta madeira, aqui! Depois, atravessá-la-emos e transbordaremos de futuro e de passado, e seremos um para o outro como nunca ninguém foi. Não sei porquê não nos podemos conhecer agora. Mas, um dia as nossas perguntas serão respostas e seremos surpreendidos por algo tão brilhante… e cada passo que dou é um passo mais numa ponte que temos de atravessar para nos conhecermos. Depressa, por favor!”
(A Ponte para a Eternidade)

A Ponte para a Eternidade


«A única realidade é a vida.

A vida liberta a consciência para a escolha de forma nenhuma ou de infinitos múltiplos de triliões de formas, qualquer forma imaginável.

A consciência pode esquecer-se a si própria, se quiser. Pode inventar limites, começar ficções; pode fingir galáxias e universos e multiversos, buracos negros, buracos brancos, grandes explosões primitivas e fases estáveis, sóis e planetas, planos astrais e físicos.
Vê tudo o que imagina: guerra e paz, doença e saúde, crueldade e ternura.

E sempre que quiser pode lembrar-se de quem é, recordar a realidade, recordar o Amor. Nesse instante, tudo muda...

(...)

A única coisa que perdura é o Amor!

No princípio do universo... antes da grande explosão, nós existíamos!

Nós somos a ponte para a eternidade, cavalgando o mar, procurando a aventura por prazer, vivendo mistérios por gosto, escolhendo tragédias, triunfos, desafios, adversários impossíveis, pondo-nos continuamente à prova, aprendendo o amor o amor o AMOR!»

in A Ponte para a Eternidade