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domingo, 20 de novembro de 2011



«PÁRA
Tens de parar. A única coisa que te digo é que tens de parar. Parar de fugir doque te preocupa e do que te dói.Parar de racionalizar para não sentir. Parar detornar os teus dias em redemoinhos densos e dramáticos. Pára. Fica. Só.
Começa a considerar que parar é importante. É, mais do que tudo, umaprioridade. Começa a considerar que estares assim, só contigo, é fundamental.Para que possas sentir-te. Para que possas alinhar na vibração da tua essência.Para que possas alinhar na tua mais alta vibração.
Porque, se alinhares na tua mais alta vibração, vais conseguir aceder ao que océu tem de mais elevado para ti. E se conseguires compreender esta verdadeirafunção da essência, vais conseguir crescer mais depressa. E chegar mais alto.Como vês, ficar, só assim, parado, quieto, dentro de ti próprio, é um doscaminhos mais rápidos para a evolução.
E quando, aí, parado, quieto, conseguires sentir-te plenamente e conhecer afundo a tua vibração, só nessa altura vais poder sair para executar os maisbelos projectos na matéria. E nessa altura irás perceber que já consegues serquem és. E nessa altura irás perceber que valeu a pena. »



O LIVRO DA LUZ – Pergunte, O Céu Responde,

de Alexandra Solnado






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quarta-feira, 9 de novembro de 2011

«QUERO FALAR»


«Quero continuar a falar contigo, como sempre fiz. Sempre expressei as minhas
opiniões, sempre comuniquei. Mas comunico de outra maneira. Não é por
palavras. É por percepções. Eu sei que é difícil, que não estás acostumado.
Estás acostumado a ver, ouvir, tocar, falar, ler, mas percepcionar… isso deve
mesmo ser estranho para ti.

Faz uma coisa. Fecha os olhos. Respira. Pensa na respiração. Só. Permanece
assim durante algum tempo. Depois pede. Pede para te ser retirado o ego. Hás-
de sentir uma coisa enorme a sair. Depois pede para te ser retirada a resistência.
Verás outra coisa grande a sair – aviso-te que tanto o ego como a resistência
saem, mas apenas temporariamente.

Deixa uma luz entrar pela cabeça. Deixa-a percorrer todo o corpo. E depois
pensa em mim. Sente-me. Percepciona-me. Eu estarei na tua maior paz. Estarei
na maior luz que sentires entrar. Estarei na distância da vida quotidiana, na
imensa distância que separa esse momento sensitivo que estás a vivenciar
agora e a vida normal da matéria. E quanto maior a distância, maior a minha
presença.

E um dia, quando tiveres feito este exercício muitas vezes, vais saber de mim.
Eu estarei aí e irei fazer-me sentir. Cá te espero.»

O LIVRO DA LUZ – Pergunte, O Céu Responde,
de Alexandra Solnado

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quarta-feira, 2 de novembro de 2011

FICA TRISTE




Quando alguém de quem gostas muito te estiver a fazer mal... Fica triste. Entraem contacto com a tua dor pelas almas que não se conseguem entender. Ficasimplesmente triste. Se estiveres mesmo triste, chora. O choro que vier serábem-vindo.E mostra a tua tristeza. Explica como isso te dói, e como era bomse se resolvesse. Convida essa alma a abrir o seu coração. Sem mágoa. Semjulgamento.
O julgamento é o que normalmente estraga as relações. A pessoa não abre ocoração porque julga o outro. E como julga o outro, pensa que o outro tambémo julga. E fica zangado. E julga mais ainda e o círculo vicioso alimenta-se deuma maneira drástica. Esse é o círculo da dor.
Depois de mostrares o quanto te dói, pede para que essa pessoa abra ocoração, por ti. Que se harmonize, por ti. Que se interiorize, por ti. E vais receberum favor.E vais saber sempre que aquela pessoa fez aquilo por ti. E vaisagradecer.
E vais saber sempre que as pessoas fazem coisas por ti. E vais semprereceber. E vais sempre agradecer. E elas vão sentir, e vão fazer mais ainda,e vais agradecer mais ainda. E este é o círculo da felicidade.
O LIVRO DA LUZ – Pergunte, O Céu Responde,de Alexandra Solnado






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terça-feira, 25 de outubro de 2011

AVENTURA-TE


Eu falo contigo. Mesmo que tu não ouças, mesmo que não compreendas a minha voz, eu falo contigo. Falo através das flores, das frutas, da natureza. Falo através do que tu sentes sempre que te deres oportunidade de contemplar. E sempre que falo, digo-te o que fazer. O que é melhor para ti, a nível evolutivo e experimental. A nível de luz.

Mas nem sempre me ouves. Nem sempre olhas as flores, nem sempre contemplas. Nem sempre paras para me ouvir. Quando falo, dou-te conselhos, direcções. Mostro-te para onde vai a tua vida, e para onde devia ir, por onde és mais feliz e por onde mora a desgraça. A escolha é sempre tua. Só mostro caminhos. Não os escolho. E para quem não ouve, sobra a perda. Quem não me ouve não pode corrigir nada, apenas sofrer a perda e tentar aprender com ela.

A perda, seja ela qual for, serve para que compreendas que o caminho não estava certo. Mas qual é o verdadeiro caminho? Depois da perda, há a compreensão de que é necessária a mudança. Mas mudar para onde? Mudar para quê? É essa a resposta que deves empenhar-te em descobrir. Tens uma vantagem sobre todos os que não olham para os sinais. Sabes que é preciso mudar. Os outros ainda não sabem disso.

Resumindo: só te falta saber «onde» mudar. E para teres essa resposta, olha para o teu coração, olha para os teus mais íntimos planos. Aquilo que «sabes» que tens de fazer, embora ainda te falte a coragem; aquilo que achas ilógico, precipitado e imaturo. Quanto mais rótulos depreciativos o teu ego tiver colocado no teu sonho, mais forte ele será, e mais urgente também.

Aproveita a perda. Se o que achavas que era bom e seguro já não o é, se o que achavas que era certo já não o é, se o que consideravas «normal» não deu certo, então aventura-te. A perda já tens. O não já tens. Agora aposta no teu mais improvável sonho. Aproveita a perda para ires à procura da tua felicidade.

O LIVRO DA LUZ – Pergunte, O Céu Responde,
de Alexandra Solnado

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sábado, 8 de outubro de 2011

subir a montanha



«Imagina um homem a caminhar por uma estrada. E a estrada tem contornos, tem curvas, tem subidas e descidas. Imagina também que esse homem encontra à sua frente um verdadeiro obstáculo. Grande. Alto. Largo. Uma montanha. O que é que ele faz? Tem três hipóteses. Ou fica a esmurrar a montanha até a transformar em pó. Ou volta para trás e segue um outro caminho. Ou, a hipótese mais difícil: sobe a montanha. Passa por ela sem sair do seu caminho.

Na primeira hipótese, o homem cansa-se, desgasta-se e se conseguir derrubar a montanha, nessa altura estará tão exausto que não terá forças para continuar o caminho. E o caminho acaba aí. Na segunda hipótese, o homem amedronta-se com a montanha, e volta. Sai, portanto, do seu caminho. Na terceira hipótese, o homem sobe a montanha. Só tem essa chance. Subir. Mas, para subir, ele precisa de se livrar da sua carga. Libertar-se de coisas, desapegar-se de elementos que julgava serem cruciais para essa jornada.

Para subir, o homem tem de aceitar «ser». E vai ficando mais leve. Quanto mais sobe, mais carga liberta e mais leve fica. E quando finalmente chega ao topo, está verdadeiramente liberto. Pode olhar lá de cima para todo o horizonte. E percebe que está diferente. Já não pode descer para voltar ao seu caminho inicial. Deverá continuar dali. E quando ele sentir verdadeiramente isso, eis que um caminho se anuncia a partir dali. Alto, leve, livre.

Quando ele aceitou subir a montanha não sabia que estava a subir de nível energético. E só quando chegou lá acima é que percebeu que já não era necessário descer. O caminho seria feito a partir dali. A vida é exactamente assim. Quando aparece um obstáculo, podes evitá-lo, mudando de caminho mas não de vibração. Ou podes encará-lo, confrontando-te com todas as tuas limitações.

E lembra-te de que confrontares-te com as tuas limitações não é criticá-las nem julgá-las. É aceitá-las e tentar fazer cada dia melhor… mas sem exagero. E é também deixares de te centrar nessas limitações para poderes procurar as tuas capacidades, pois onde há limitações também há capacidades. E quando tiveres encarado o obstáculo e libertado densidade através da aceitação das limitações, nessa altura, estarás a subir a tua frequência energética. E o caminho nunca mais será o mesmo.»

O LIVRO DA LUZ – Pergunte, O Céu Responde,
de Alexandra Solnado



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sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Da teoria à prática



O que é que tu já sabes do mundo espiritual? O que é que já aprendeste? Quan-
tas vezes já te apanhaste a corrigir os outros, por estes não agirem de acordo
com aquilo em que acreditas? Quantas vezes já te apanhaste a pensar nas coi-
sas de uma forma nova, inovadora? Quantas vezes já te surpreendeste a rever
conceitos, a reanalisar situações, sob o ponto de vista espiritual? Quantas vezes
já percebeste coisas numa nova dimensão?
Acredito que muitas. Acredito que a tua cabeça está cheia de novos conceitos,
novas estratégias de vida. Como fazer isto, como reagir àquilo? Mas a pergunta
que eu te faço neste momento é: Já aplicaste tudo isso na tua vida diária? Já
ages de acordo com a tua nova consciência, com a tua alma?
Já sabes o que fazer, e como fazer. Mas estás a fazê-lo? Estás a honrar o teu
compromisso, teoricamente assumido com a tua alma? Estás a pô-lo em prá-
tica? Pensa na tua vida. Pensa no teu dia-a-dia, desde a hora em que acordas
à hora a que te deitas. Qual a coerência espiritual? Qual o compromisso?


O LIVRO DA LUZ – Pergunte, O Céu Responde,
de Alexandra Solnado

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sábado, 27 de agosto de 2011


TEMPLO

Cada momento que passas contigo, com as tuas coisas, os teus pensamentos,
as tuas perguntas é um tempo sagrado. Tu és um templo. Toda a estrutura mo-
lecular e energética que constitui o teu ser foi feita para ser um templo.

Onde se reza. Onde se ora, onde se medita. Onde se interioriza. Onde se está, e
se respeita esse estar. Onde se chora e onde se ri, mas sobretudo onde se acre-
dita. Onde se acredita que tudo vai dar certo, que todos os esforços que foram
perpetrados em nome da evolução irão dar os seus frutos e que tu ainda vais
ser muito feliz.

Vais ser muito feliz, porque te respeitaste, porque passaste o tempo que era su-
posto passares contigo próprio, afugentando a ilusão e os fantasmas e enca-
rando a dura e difícil realidade de seres quem és com todas as tuas limitações e
desencantos. Mas também porque admitiste que nesse templo há uma dose in-
comensurável de fé e de verdade, e que viver nelas é alcançar o reino dos céus.

Cuida para que o tempo que passas contigo seja grandioso. Cuida de cada
detalhe do teu templo. Cuida do que entra e do que sai. Cuida do que entra. A
alimentação é muito importante e pode mudar a constituição das tuas células…
e consequentemente da sua frequência vibratória… e por conseguinte da tua
energia. A energia das pessoas que te rodeiam é também determinante para o
teu bem-estar.

Cuida do que sai. Não saias completamente do teu templo. Não o deixes aban-
donado. Sai, vai aos outros, mas volta. Deixa sempre uma estrada. Nunca te
esqueças de deixar a porta aberta. Para que possas voltar. Para que te dê pra-
zer voltar. Para que, de uma vez por todas, deixes de te abandonar como tens
feito nestes últimos séculos.

O LIVRO DA LUZ – Pergunte, O Céu Responde,
de Alexandra Solnado


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segunda-feira, 22 de agosto de 2011

A escolha da tua essência


COERÊNCIA ENERGÉTICA

Quem és tu? És quem és ou és o que os outros são? Quem és na realidade? Quando alguém te magoa, como respondes? Magoas de volta? Quando alguém te engana, o que fazes? Enganas também? Agrides? Discutes? Pressionas? Julgas? Culpas?

A pergunta que eu te quero fazer é simples: Quando alguém te faz mal e tu re- tribuis, porque o fazes? Porque és assim, uma pessoa que faz mal às outras pessoas, ou só fazes mal porque te fizeram a ti?

É que, se fazes mal porque és assim, porque essa é a tua escolha, eu até en- tendo, e digo-te que terei de respeitar a tua escolha, a escolha da tua essên- cia, a pessoa que escolheste ser desta vez. E respeito, independentemente de não concordar. Não concordo, mas respeito. És quem escolhes ser e não pos- so mudar isso.

Agora, se fazes mal a uma pessoa como resposta, só porque essa pessoa te fez mal a ti, se isso não é a escolha da tua essência, esse não és tu. Se só o fazes para «dar o troco», então temos problemas. Ao «dares o troco» não per- cebes tudo o que estás a fazer: desceste ao nível dessa pessoa que te fez mal. Sais completamente fora da tua energia. Escolhes ser quem a outra pessoa está a ser. Entras num sistema energético estranho, não sabendo quando volta- rás a vibrar pela tua essência novamente.

Achas que é assim? Achas que é isso que escolhes para ti? Pensa que às vezes enviamos experiências verdadeiramente densas para medir a tua coerência. E tu, em vez de seres quem és em todas as ocasiões, vais navegando nas ondas da frequência energética dos outros.«Eu fiz tal coisa porque me fizeram o mesmo.» E assim, a cada acção, vais sendo o que os outros são, sem te aperceberes o quão longe estás de ti, o quão longe estás da tua luz. O quão longe estás de voltar definitivamente para casa.

O LIVRO DA LUZ – Pergunte, O Céu Responde, de Alexandra Solnado


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sexta-feira, 12 de agosto de 2011

A perfeição não existe


A perfeição não existe. E, como não é um objectivo, não pode ser uma meta. Tu
só podes querer chegar a um lugar que seja acolhedor, confortável e leve. Não é
suposto o ser humano querer ir para um local desarmonioso e desarmonizado.
Pois a perfeição é isso. É um estado de exigência, de stresse, de angústia e de-
pressão.

É um local em que o ser humano deposita demasiadas expectativas, mas é ao
mesmo tempo um lugar desconhecido, pois visto não existir, nunca ninguém lá
esteve. A não ser por breves instantes. O problema é que os homens não levam
isso em consideração. Querem ser perfeitos. Lutam para ser perfeitos, julgam
tudo o que é imperfeito retirando todo o seu valor.

O homem só não percebe que: O céu é perfeito. O Universo é perfeito. O céu
alberga seres de luz. O mundo alberga homens, seres imperfeitos em busca do
caminho da evolução. E como vão evoluir? Entrando em contacto com a im-
perfeição do mundo, para, e por conflito com essa mesma imperfeição, conse-
guirem evoluir, conseguirem avançar.

Agora imagina que o ser fosse perfeito. Não existiria conflito, e pelo facto de
ser pelo conflito que se evolui, não haveria evolução. Era tudo perfeito, e a
experiência da terra nunca teria existido. E agora? O que é preciso fazer?

É preciso fazer as pazes com a sua própria imperfeição. Aceitar que não somos
perfeitos, e nem temos de ser. Devemos, isso sim, fazer o melhor que sabe-
mos, da maneira mais responsável. Só. E só por isso, eu, daqui de cima, já
fico muito feliz.

O LIVRO DA LUZ – Pergunte, O Céu Responde,
de Alexandra Solnado


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sábado, 6 de agosto de 2011

O TEU ELEMENTO



Fizeste o que devia ser feito. Apesar de tudo, das dificuldades, dos obstáculos
e da tua própria resistência, fizeste o que devia ser feito. Apesar da tristeza.
Sobretudo, apesar da tristeza. Fizeste o que tinhas de fazer para voltar à tua
frequência original, para voltar ao teu elemento, para voltar a ti. Porque uma
pessoa que não está na sua frequência, que não está no seu elemento, está
descentrada, não se foca no seu centro energético e humanamente pára de
viver.

Porque a vida é uma aventura, mas só para quem consegue viver dentro de si
próprio. Até pode ir aos outros, até pode sair de si de vez em quando. Mas tem
de voltar. Tem de saber voltar. E, fundamentalmente, tem de gostar de voltar.
Tem de gostar do que encontra. Porque, se não gostar, não quererá ficar aí. E
quem não quer ficar, foge. E foge para fora. Para os outros. Para as coisas da
matéria.

Não te esqueças de que a matéria é como um filme. Tem luz e cor. Tem som.
Tem movimento. Dentro de ti é escuro, não há movimento e não tem cor. Mas
é subtil e brilha. E a subtileza e o brilho são a chave do céu. Sempre que focas
a tua atenção para fora de ti, e vais atrás do filme, da vida, estás a ir atrás do
movimento, da luz e do som, desces à frequência da matéria – que, como os
filmes, é pura ilusão.

Cá em cima é que está a verdade. Dentro de ti é que está a verdade. Nesta
dimensão aparentemente escura e pesada, está a chave da tua felicidade. E
quanto mais tempo passares nela, melhor vais percebê-la e mais valor darás
ao brilho e à subtileza. Sabes que a matéria é tudo menos subtil. E daqui a
um tempo, quando aprenderes a respeitar essa tua dimensão interior, quando
aprenderes a voltar, vais poder começar a ir.

Para já, fica. Fica em ti. Escolhe-te a ti em detrimento de tudo o resto. Fica.
Fica. E um dia, à força de tanto te conheceres, de tanto te sentires, vais saber
que não há absolutamente mais nenhum lugar para ir. Porque eu estou aí.

O LIVRO DA LUZ – Pergunte, O Céu Responde,
de Alexandra Solnado

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terça-feira, 2 de agosto de 2011

A resposta


Tudo o que acontece na tua vida tem um desígnio. As mais ínfimas coisas que
atrais, têm um motivo para lá estarem, para acontecerem precisamente dessa
maneira, fielmente nesse momento, e literalmente nesse lugar. Tudo aí na ma-
téria é milimetricamente perfeito, para que vocês possam responder de acordo.
De acordo com quem são, naturalmente. De acordo com o que escolhem ser
nessa circunstância, nesse tempo e nesse lugar.

Podias perguntar-me agora: «Como é que a matéria, um local tão denso e tão
pesado, pode responder a impulsos tão subtis, ao ponto de tudo ser perfeito?»
E a resposta é simples. Vocês vivem num sistema energético, e o sistema e-
nergético funciona em qualquer frequência. Se uma pessoa está densa, através
do sistema energético atrai pessoas e situações densas. Se uma pessoa está
leve, atrai pessoas e situações leves. É simples.Como tudo,visto daqui de cima.

Por isso, e voltando atrás, a situação em que te encontras está a querer falar
contigo, está a querer mostrar-te coisas, fazer-te sentir emoções, fazer-te mo-
dificar o teu sistema de crenças para que possas abrir a mente e acreditar em
novas possibilidades. Inclusive novas possibilidades para ti próprio, como pes-
soa.

A questão aqui é: o que é que significa isto tudo? Porque é que te encontras
nesta situação e não noutra? O que é que deves aprender com isto tudo? E
eu,daqui de cima, até te poderei responder. Mas para isso tens de vir cá aci-
ma.

Só há uma coisa que tens mesmo de aceitar: a resposta não a tens, e não es-
tá aí em baixo. Por isso faz o que te digo: procura no Eu Superior a resposta,
ou, se ainda sabes como é que se faz, fecha os olhos, relaxa e pergunta «o que
é que o Universo me quer dizer com esta situação?» Fica. A zeros. Não penses
em nada. Limita-te a fazer a pergunta. E activa toda a tua sensibilidade. Intui.
Percepciona. E vais achar que estás a imaginar coisas. Mas não. Essa é a res-
posta.

O LIVRO DA LUZ – Pergunte, O Céu Responde,
de Alexandra Solnado

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terça-feira, 26 de julho de 2011

Ego / Alma


DUAS OPÇÕES

Imagina uma batalha, em tempos remotos. Imagina que tens 5000 soldados.E
imagina também que o inimigo tem 5000 soldados também. Podes fazer duas
coisas: Ou atacar – e pelo facto de terem o mesmo número de soldados, a ba-
talha poder ser sangrenta e ter muitas baixas. Ou ficar – e, embora ganhando tempo, correres o risco de ser atacado –, sabendo que a força da defesa não
tem a mesma assertividade do que a força do ataque.

Como escolher? As duas opções têm prós e contras. Se escolheres pelo ego,
qualquer escolha que faças poderá virar-se contra ti, e causar prejuízos vãos.
Se escolheres pela alma, por mais que ocorram contratempos, serão sempre
professores na tua via de evolução.

Como escolher? O que é ego e o que é alma? Como saber? Simples. Coloca a
tua consciência no teu peito. E fica. Põe os teus pensamentos no teu peito, e sente. Sente uma das opções. Como é que o teu peito fica? Alegre? Triste? Pe-
sado?

Agora faz o oposto. Sente a outra opção. E vê como está o teu peito. Tenho a
certeza de que, assim, vais conseguir aceder à tua alma. Ela fala com o teu co-
ração. E se promoveres a junção destes dois, poderás contar evoluir até ao fim
dos teus dias.

O LIVRO DA LUZ – Pergunte, O Céu Responde,
de Alexandra Solnado

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sexta-feira, 24 de junho de 2011

entrega


«Não deixes passar esta fase. Não fiques à espera que ela passe. Não fiques
à espera que, com ela, passe todo este desconforto e tristeza. Cada fase que
vivemos na vida é para ser aproveitada, para ser sentida, para ser integrada.

Integra todos estes acontecimentos na tua energia. Abre a tua estrutura ener-
gética para que caibam todas as coisas que te acontecem. Para que elas me-
xam contigo, para que elas te mudem.

Esta fase é a melhor fase para a tua alma. Ela gosta de mudança, gosta de
rearmonização. Deixa que esta fase te mude, te rearmonize. Ela traz consigo
o ser que estás para ser, se conseguires senti-la e trabalhar com ela. Não des-
prezes o poder desta fase. Não te demitas da evolução que ela promove.

E quando tudo tiver passado, quando tiveres cruzado esses mares revoltos,vais
por fim encontrar o mundo novo, e vais perceber que eu afinal tinha razão.»


O LIVRO DA LUZ – Pergunte, O Céu Responde,
de Alexandra Solnado


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quinta-feira, 9 de junho de 2011

CRIATIVIDADE



«A vida é uma aventura.» E é assim que ela devia ser vivida. Nunca repetir as mesmas experiências. Sempre inovar, sempre inovar. Pensa que o ser vai à terra fazer a experiência da emoção. E para ajudá-lo nessa tarefa, criámos a experiência na matéria. As experiências na matéria criam emoção e o ser experiência a emoção. É um circuito fechado que funciona muito bem.

Agora imagina aquelas pessoas que nunca criam experiências novas nas suas vidas. Aquelas pessoas que fazem sempre as mesmas coisas, dia após dia, ano após ano. Porque julgam que mudar é mau. Porque não se atrevem, não arriscam, não se atiram do precipício sem saber o seu tamanho nem o que as espera lá em baixo. Nunca põem a possibilidade de EU estar lá em baixo. E de Eu as colocar numa nave para subirem ao céu. Não têm fé. Não fazem comunhão.

Essas pessoas não experienciam a vida na sua maior dimensão. Nunca saem do seu círculo de conforto. Não arriscam. Não perdem, mas também não ganham. E a vida vai ficando previsível. E vai ficando aborrecida. E um dia notam que já não se interessam por nada. É o dia da morte da essência. É o dia em que a experiência da matéria chegou ao fim por falta de matéria-prima. Por falta de experiências. Tudo fica repetitivo, tudo fica sem graça, tudo fica disforme. E a vida não é nada disso.

A vida é uma grande aventura. Com experiências novas para serem vividas. Novo. Tudo novo. Queres um conselho? Faz com que a tua vida não tenha muitas repetições. Cria situações. Cria. A criatividade é o motor da vida. E se tiveres por obrigação situações repetitivas, vive-as de forma inovadora, todos os dias.

Muda. Muda as coisas. E se não puderes mudar as coisas, muda a forma de fazeres as coisas. E a tua essência vai renascer. E qual Fénix que se eleva das cinzas, vai ganhar asas e finalmente vai voar. E ter uma essência que voa é a forma mais brilhante de se evoluir.

O LIVRO DA LUZ – Pergunte, O Céu Responde,
de Alexandra Solnado

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sexta-feira, 20 de maio de 2011

RESPONSABILIDADE



«Tu não és responsável por ninguém. Não há nada deste mundo que te obrigue a sair do teu centro. Não há nada neste mundo que te obrigue a colocar os outros em primeiro lugar. Sabes porque é que há tanta gente que pura e simplesmente não consegue meditar?

Porque quando fecham os olhos e olham para o seu peito, lá dentro, estão tantas outras pessoas, tantas outras obrigações, aquele peito pesa tanto… As pessoas acabam por ficar angustiadas e param de meditar.

O que elas deveriam fazer era retirar toda essa carga de responsabilidade do seu peito. Compreender que não são responsáveis por ninguém. Cada um vem cá abaixo cumprir o seu desígnio, e se outro toma a frente, essa pessoa é impedida de limpar o seu karma.

Quem se responsabiliza pelos outros ou sente culpa por não tratar deles, é porque não se apercebe do mal que lhes está a fazer.Está a retirar-lhes a responsabilidade de limparem o seu próprio karma. Está a retirar-lhes a responsabilidade do livre-arbítrio. Está a retirar-lhes a iniciativa. Está a retirar-lhes a essência. E, em última análise, está a retirar-lhes a luz.

E ao se responsabilizar por outra pessoa está a fugir de si próprio, está a fugir da sua essência. E, em última análise, está a fugir da sua própria luz. Percebes, agora?»


in,O LIVRO DA LUZ – Pergunte, O Céu Responde,
de Alexandra Solnado


SIM, JÁ PERCEBI!


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quarta-feira, 27 de abril de 2011

EGO



EGO

«Eu sempre te disse que o ego era o pior dos males. É o ego quem te ensina a querer e a lutar por coisas que energeticamente não são para ti. É ele quem dá e «desdá» as ordens dentro do teu cérebro. É ele quem te faz vibrar pela restrição e pelo medo. É esse mesmo quem fabrica uma bolha de ilusão à tua volta, para que acredites mesmo no que queres acreditar:

Que vais ser feliz, que não dês ouvidos a essa insatisfação crescente que mora no teu peito. Que no dia em que tiveres uma roupa nova, um computador novo, um carro novo, uma casa, enfim, quando tiveres aquilo que realmente mereces, serás feliz.

E quando te cansas de esperar, ele convence-te a não parar, convence-te de que está quase… «Trabalha arduamente só mais um bocadinho, tapa o que sentes só mais um bocadinho, luta só mais um bocadinho.» E esse bocadinho não acaba nunca.

Mas o ego insiste que a resistência e a luta são a única via. Ele não te deixa ver que a resistência e a luta não são via nenhuma, ou melhor, são a via para a manutenção do equívoco energético em que te meteste. A grande via não é a resistência e a luta. É o oposto.

A grande via é a aceitação e a fruição. Aceitar a situação em que te encontras e começar a deixar fluir a bóia para a corrente te levar a bom porto, para que te consigas encaminhar para o que é para ti nesta encarnação.»


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sexta-feira, 15 de abril de 2011

ESSÊNCIA



«A tua essência está sempre à tua espera. Está sempre à espera que pares de olhar para os outros. Está sempre à espera que pares de olhar inclusive para mim. Está ali, à espera de ti, para conseguir Ser. Para conseguir dar-te força para vibrares pela tua energia original.

A tua essência é um ser de luz, confinado à estrutura física do teu corpo. Ela quer ser livre, ela quer voar, ela quer mais do que a vida limitativa que tu lhe queres dar. Ela quer deixar a sua luz, a sua imensa luz abraçar o Mundo e encantar a todos com a sua enorme convicção.

Mas para isso tens de a conhecer. Para isso tens de a compreender e aceitar. Tens de a intuir e procurar. Tens de perceber que ela és tu no estado mais puro, no estado mais original. Tens de sentir que ela és tu quando ainda eras um ser de luz e estavas connosco cá em cima a partilhar a imensidão dos céus.

Só nessa altura, quando compreenderes a grandiosidade da tua própria essência, só nessa altura, quando perceberes o quanto de energia sagrada e única ela tem, é que poderás compreender o verdadeiro ser de luz que tu és e o que foste fazer aí em baixo, à terra.»


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segunda-feira, 11 de abril de 2011

CANSAÇO



«O cansaço é um sinal.
Ou estás no caminho errado, ou andas demasiado depressa no caminho certo.
O importante é centrares-te. Seja para reorientar o teu caminho ou a velocidade da caminhada, o importante é centrares-te.

Parar. Não ter medo de parar. Parar várias vezes, a várias alturas, para respirar. Para respirar e sentir o agora.
Quem está no caminho errado, como não sente o caminho, só quer chegar. Quem anda demasiado depressa, como não consegue sentir o caminho devido à velocidade, só quer chegar.

Quem está no caminho errado, quando chega, tem a maior das desilusões, porque o destino não vale o mal-estar do caminho percorrido. Pudera, num caminho errado até o destino é errado.
Quem anda demasiado depressa, pura e simplesmente não consegue chegar ao destino, porque cai antes.

Como vês, seja qual for o teu caso, a caminhada não é satisfatória. E quando a caminhada não é satisfatória, o melhor é parar. Parar. Respirar. Ficar. E cuidar do agora, centrar-se no agora, para que amanhã as pernas tenham mais energia para aproveitar cada passo do caminho que falta.»


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sexta-feira, 18 de março de 2011

Sonho adiado


Muitas vezes queres fazer coisas com as quais sonhavas há muito tempo. Outras vezes ficas frustrado por não poderes fazer coisas com as quais sonhavas há muito tempo. O que é que está errado aqui?

O que está errado é a falta de respeito pelo teu relógio biológico. O que sonhas há muito tempo pode ter passado de prazo. O que sonhas há muito tempo deveria ter sido realizado há muito tempo. O facto de não o teres realizado naquela altura não significa que deva ser realizado agora, fora do tempo.

Se tentas realizar hoje algo que sonhaste há muito, podes estar a ignorar algo com o qual estejas a sonhar agora. Um sonho tem um tempo. O teu relógio biológico chama por ele. Os teus órgãos e as tuas células estão alinhados para retirar desse sonho as melhores experiências para o teu processo evolutivo.

Se tentas realizá-lo tempos depois, esse sonho já não passa de uma miragem. A tua energia não está alinhada para recebê-lo e a sua realização só pode causar frustração.

Fecha os olhos. Medita. Tenta sentir o que é que o teu relógio biológico te está a pedir agora. Esquece os sonhos antigos. Pensa nos novos sonhos. Pensa no que podes ser, fazer, pensar, agir, agora, conectado com o alinhamento actual da tua energia. E o que quer que saia daí é um sonho novo. E terás todos os recursos para o realizar.


O LIVRO DA LUZ – Pergunte, O Céu Responde
de Alexandra Solnado

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